Rir é tudo de bom

“Alegrem-se no Senhor e exultem, vocês que são justos! Contem de alegria, todos vocês que são retos de coração!” (Salmos 32.11)

Há muitas coisas extremamente sérias acontecendo no mundo, e precisamos estar cientes e preparadas para elas. Ao mesmo tempo, porém, precisamos aprender a relaxar e aceitar as coisas conforme elas se apresentam, sem sermos afetados por elas e ficarmos nervosos e zangados. Precisamos aprender a desfrutar da boa vida que Deus nos deu através da morte e ressurreição de Seu Filho Jesus Cristo (veja João 10.10). Apesar de todas as coisas perturbadoras no mundo ao nosso redor, nossa confissão diária deveria ser. “Este é o dia que o Senhor nos deu. Eu me regozijarei e me alegrarei nele”.

Algo que nós, cristãos, precisamos fazer mais em nossas vidas é rir. Temos a tendência de sermos tão pesados com relação a tudo: nosso pecado, esperar perfeição de nós mesmos, nosso crescimento em Deus, nossa vida de oração, os dons do Espírito e a memorização de versículos bíblicos. Andamos por aí carregando tantos fardos pesados! Se apenas ríssemos um pouco mais – tenham bom ânimo, “alegrai-vos” – veríamos que um pouco de riso torna bem mais leve aquele fardo.

No mundo em que vivemos não se encontra muita razão para sorrir, então teremos que fazer uma força e rir de propósito. É fácil encontrar coisas com que nos preocuparmos, mas para ser feliz precisamos fazer um pouco de esforço nessa direção. Precisamos sorrir e desfrutar de um bom momento!

Joyce Meyer

Dê com ousadia

“Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também.” (Lucas 6.38)

Quando eu e você dermos algo, devemos dar com generosidade e ousadia. Porque da mesma maneira que dermos, também receberemos. Quando olhamos em nossa carteira ou bolsa, não devemos tirar a menor nota que encontramos.

Ao invés disso, devemos dar como Deus dá: com abundância. Agora entendo que não há oferta pequena demais nem oferta grande demais. Mas ao mesmo tempo temos que aprender a ser ousados ao dar como somos em qualquer outro aspecto da nossa vida como cristãos. Eu busco ser uma pessoa doadora. Desejo dar o tempo todo.

Certa vez estava numa livraria cristã e vi uma pequena caixa de ofertas para um dos ministérios que ajuda a alimentar crianças com fome. Havia um cartaz ao lado dizendo: “Com cinqüenta centavos duas crianças são alimentadas durante dois dias”. Comecei a abrir minha bolsa para fazer um donativo quando uma voz disse dentro de mim: “Você não precisa fazer isso; você dá o tempo todo”.

Na mesma hora me indignei e tornei-me violenta – espiritualmente violenta! Ninguém podia perceber isso olhando para mim, mas por dentro eu estava fervendo. Peguei minha bolsa, tirei um dinheiro e coloquei na caixa só para provar que eu podia dar como um ato do meu livre arbítrio!

Você pode fazer o mesmo. Sempre que ficar tentando e reter, dê um pouco mais! Mostre ao diabo que você é um doador ousado!

A festa Bíblica da Páscoa

Êxodo 12:1-28
A Páscoa (do Hebraico, Pessach, significa passagem), uma festa bíblica ordenada por Deus como estatuto perpétuo, a ser celebrada de geração em geração como um memorial ao Senhor. Ela originalmente foi instituída para celebrar a “pessach, passagem” da escravidão egípcia para a libertação do povo hebreu, rumo à terra prometida. E foi exatamente durante a celebração da Páscoa que Jesus, o “Cordeiro de Deus” (João 1:29) foi imolado, a fim de trazer libertação da escravidão do pecado, passando todo aquele que crê nEle, da morte para a vida. Jesus, portanto, é a nossa (I Co 5:7)!
Vamos refletir sobre alguns desses novos elementos da Páscoa, os quais foram infiltrados ao longo dos anos de forma sorrateira e acabaram sendo absorvidos culturalmente, contaminando e deturpando o verdadeiro significado da Páscoa.

I – COELHO DA PÁSCOA
A Páscoa, na sua origem, segundo determinação de Deus, deveria ser celebrada com um cordeiro e não um coelho. Ora, ainda que quiséssemos substituir o cordeiro por um outro animal, pela falta de cordeiro ou pela sua extinção do planeta, jamais deveríamos usar um coelho, pois isto seria uma afronta aos princípios de Deus, pois o coelho é considerado um animal impuro (Lev 11:6).
Como o coelho veio parar na festa da Páscoa? Segundo historiadores, esse símbolo vem de OSTARA (daí os nomes Easter, páscoa em inglês; Ostern, em alemão), deusa da fertilidade e do renascimento. Era uma deusa da mitologia germânica, adorada no seu festival de Ostara, comemorado no dia 30 de março. Seu nome e funções tem relação com a deusa grega EOS, “deusa do amanhecer”, com a deusa Fenícia ASTARTE e com a deusa babilônica ISHTAR. Essa deusa Ostara, esse demônio, tinha uma afeição por crianças e tentava envolvê-las com o seu cântico mágico. Ostara teria transformado um pássaro num coelho e as crianças, sentindo a falta do canto do pássaro, pediu a Ostara para reverter o encanto. Pura idolatria e paganismo! Lamentavelmente, todo esse paganismo foi empurrado para dentro da festa da Páscoa pela igreja dominante da época da Idade das Trevas e hoje as pessoas celebram a Páscoa com coelhos, ao invés do cordeiro.
Na Páscoa, celebraremos o “Cordeiro de Deus” ou o Coelho da Idolatria e do Paganismo? Qual o que você prefere? Convido você a celebrar a Páscoa recebendo a Jesus, o Cordeiro de Deus, como seu Salvador e Libertador!

II- OVOS DE CHOCOLATE
Os ovos de páscoa tem a origem e explicação na mesma lenda da deusa Ostara. O pássaro, transformado em coelho, revertido o seu feitiço, teria pintado ovos com cores variadas e distribuído para as crianças pelo mundo inteiro. A deusa Ostara, em celebração a esse “feitiço”, pintou um coelho na lua para que todos se lembrassem dela. Ostara, também conhecida como a deusa da Primavera, era representada pela imagem de uma mulher segurando um ovo na mão, tendo ao seu redor um coelho, simbolizando a fertilidade, que pulava alegremente ao seu redor. Aliado a essa idolatria, sabemos também que os pagãos, na idade média, tinham o costume de trocar presentes de ovos de aves, por acreditarem que trazia boa sorte e fertilidade na família. Tudo isso foi introduzido na festa da Páscoa, um sincretismo religioso que contaminou e desviou o verdadeiro significado e propósito da Páscoa.
Hoje, a Páscoa nada mais é do que uma festa popular com elementos provenientes do paganismo e da idolatria, prejudicando assim esse memorial do Senhor para o Seu povo. Precisamos resgatar o verdadeiro significado da Páscoa e ensinar as pessoas que a Páscoa celebra a morte e ressurreição de Cristo e que Ele, Jesus, o Messias, é a nossa páscoa, a nossa libertação, a nossa salvação! Não dá para comemorar a Páscoa sem ter Jesus no coração, sem aceitar o sacrifício do Cordeiro de Deus em nosso favor. Receba em seu coração o Cordeiro da Páscoa, Jesus! Tome essa decisão agora e tenha uma feliz Páscoa!
CONCLUSÃO: Celebre a Páscoa não com o fermento velho, nem com o fermento da corrupção, do engano, da idolatria, mas com os pães ázimos (pão sem fermento) da sinceridade, da verdade, do perdão, do arrependimento e da mudança de vida (I Co 5:7-8). Convide o Cordeiro da Páscoa, Jesus, para entrar na sua vida e trazer libertação, perdão, salvação e uma nova vida! Feliz Páscoa!
Lição de Célula Nº 383 – 06 a 12/04/2009 – Ap. Wagner & Pra. Eunice

Aguente firme até chegar a alegria!

“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Salmo 30:5)

Adquiri uma maravilhosa pérola de sabedoria através da experiência pessoal: Não tenha medo da dor! Por mais estranho que pareça, quanto mais você teme e resiste à dor da cura, mais aumenta o efeito que essa dor tem sobre você.

Vivenciei um exemplo desta verdade há alguns anos, quando resolvi fazer um jejum pela primeira vez na vida. Deus me chamou a fazer um jejum de sucos durante vinte e oito dias. No começo tive sérias dificuldades. Passei muita fome mesmo. De fato, estava tão esfomeada que sentia dor de verdade. Ao buscar o Senhor, reclamando que não conseguia mais suportar, Ele me respondeu. Lá bem dentro de mim Eu ouvi “a voz calma e suave” (1 Reis 19.12) de Deus a me dizer: “ Pare de lutar contra a dor; deixe que ela realize seu trabalho”. Dali em diante, o jejum foi bem mais tranqüilo, e pude até desfrutá-lo, porque eu sabia que cada vez que sentisse aquele desconforto, era um sinal de progresso.

A regra é a seguinte: quanto mais se resiste à dor, mais forte ela se torna. Quando uma gestante entra em trabalho de parto, o conselho que recebe dos que a auxiliam é: “Relaxe”. Eles sabem que quanto mais a gestante resistir à dor, mais forte ela se tornará, e mais tempo o parto levará. Portanto, quando estiver sentindo dor, não lute contra ela. Deixe a dor cumprir o seu propósito. Lembre-se desta promessa: “Aqueles que semeiam com lágrimas, com cantos de alegria colherão” (Salmos 126.5). Aprenda a suportar seja o que for que precisar suportar, sabendo que encontrará a alegria do outro lado!

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Salmos que trazem conforto

VERSÍCULO:
Faze-me ouvir, pela manhã, da tua graça, pois em ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a ti elevo a minha
alma.
— Salmos 143:8

PENSAMENTO:
Na vida de todo discípulo, há períodos de solidão e dúvida. Parece que nossos pedidos de oração batem no teto e caem em pedaços
aos nossos pés.  Deus parece estar distante, se escondendo,dormindo, ou não ouvindo nossas súplicas por misericórdia e ajuda.
Graças a Deus que temos os Salmos.  Nos Salmos podemos encontrar palavras para quase todos os altos e baixos da nossa vida.  É bom
quando estamos desanimados saber que outros também já tiveram o mesmo sentimento e conseguiram recuperar suas forças e sua fé.
Mas, em alguns momentos, precisamos ter as palavras de Deus que nos lembram do seu amor por nós. Este salmo, e estas palavras foram
escritos para aquela hora em que estamos desanimados.  Se a súplica não é relevante à sua necessidade, então, por favor, use estas
palavras como oração para outra pessoa.  Se, por outro lado, se encaixam na sua situação, por favor, ore-as para si mesmo!

ORAÇÃO:
Querido Pai, por favor, faça sua presença conhecida na minha vida e ajude-me a ver a Sua presença e misericórdia claramente.
Quero lhe honrar, querido Deus, mas, por favor, faça a sua direção clara para que possa segui-Lo corajosa e fielmente, dentro da Sua
vontade.  No nome de Jesus eu oro. Amém.
http://www.iluminalma.com/dph/4/0301.html

Solteiros – Sempre é tempo de ter esperança

Sylvia Nocetti

O Deus que conhece nossos sonhos sabe a hora certa de realizá-los

 

O sábio Salomão escreveu, em Eclesiastes 3.1, que “tudo tem seu tempo determinado…”. É muito difícil, porém, esperar por esse tempo, quando se trata de encontrar a pessoa preparada por Deus para ser nosso cônjuge. Vivemos sob a pressão do casamento. Se aos vinte e cinco anos, a jovem ainda não se casou, vai sentir-se oprimida pela cobrança – declarada ou disfarçada – dos que a cercam. Isso piora muito, se a jovem é convertida e faz parte de uma igreja. Na verdade, a mulher solteira é impiedosamente pressionada pela sociedade, especialmente nas comunidades pequenas; enquanto que a mulher casada é exaltada. Como conseqüência, as jovens começam a se desesperar quando o casamento não acontece e a idade vai passando. Os rapazes também sofrem alguma pressão e são cobrados se não se casarem até uns trinta anos.

 

Sim, é muito difícil esperar pelo tempo de Deus. É o próprio Salomão quem diz, também, que “a esperança que se adia faz adoecer o coração…” (Provérbios 13.12).

 

Conheço uma mulher que, como muitas, enfrentou toda a pressão e vergonha por estar solteira após os trinta anos. Porém, jamais perdeu a esperança e a confiança em Deus.

 

Desde muito jovem, já tocava órgão e piano na igreja, ensaiava corais, trabalhava com crianças. Mas não encontrava, nas igrejas, rapazes que quisessem assumir um compromisso. Namorou alguns, porém nada sério.

 

Aos vinte e três anos, encontrou um rapagão lindo, com ótimo emprego, família maravilhosa, que a amava muito. Enfim, tudo excelente. Bem… quase tudo. Este “príncipe encantado” não conhecia Jesus como seu Salvador e Senhor. Isto tornava praticamente impossível o relacionamento entre eles. A jovem resistiu muito, mas o amor venceu. Tudo ia de vento em popa: ficaram noivos, compraram apartamento etc. Mas, no momento de falar sobre a cerimônia do casamento, a família do rapaz começou a fazer exigências quando à religião, em termos irredutíveis a ponto da  jovem, com muita coragem, romper o noivado. Quatro anos haviam se passado. Quanto tempo perdido! Embora soubesse que Deus não aprova o jugo desigual ela tentara “converter” o noivo. A lição foi aprendida com muito sofrimento.

 

A vida precisava continuar e o Senhor Deus tinha um plano muito especial para ela. Tinha um tempo e um propósito bem definidos.

 

A jovem voltou a estudar e completou três cursos universitários. Nesse meio tempo, Deus precisou dela para cuidar de seu pai – que faleceu dois anos após o rompimento do noivado; de sua mãe e de sua irmã, que tiveram câncer e também faleceram. Foi um tempo de muita luta, dor, tristeza, solidão, desenganos e o estigma de “solteirona” permanecia. Apesar de tudo, aquela mulher ainda sonhava em se casar, por isso pedia a Deus que lhe desse um marido.

 

Certo dia, resolveu fazer a “Oração da Renúncia” (Aventuras na Oração, Catherine Marshall). Com muitas lágrimas, disse a Deus que daquele momento em diante estava renunciando seu desejo de se casar, que não iria mais pedir um marido e queria fazer tão somente a vontade dele.

 

Logo depois, foi convidada a participar de um Encontro de Solteiros, Viúvos e Descasados, realizado pela SEPAL. Resistiu muito, mas por insistência dos amigos, acabou indo. E lá conheceu um viúvo, que possuía três filhinhos. Ali mesmo, sentiu que ele era a pessoa por quem vinha esperando há tanto tempo! Começou a orar e rogar a Deus que não fizesse, de modo algum, a sua vontade, mas tão somente a dele. Um bom tempo se passou antes de receber o tão esperado telefonema e ser convidada a sair. E, sete meses depois, se casavam numa linda e singela cerimônia. Sim, sempre há tempo de ter esperança!

 

Aquela mulher assumiu os três filhinhos (9, 10 e 12 anos) de seu marido como seus. Deus os amou e os ama muito através dela. É certo que nem tudo são flores, há espinhos também. Mas o Espírito do Senhor sempre esteve, está e estará sobre eles e, por isso, são mais do que vencedores. Dezesseis anos já se passaram e posso afirmar, sem sombra de dúvida, que são muito felizes, pois aquela mulher é quem lhes conta esta história e assina este artigo.

 

Ser solteira (o) não é uma catástrofe mas um dom dado por Deus (1 Coríntios 7.7-9). O mais importante é crer que Deus nos ama e está interessado em nossa felicidade e realização. Alguns são chamados a servi-lo como solteiros, outros como casados. Aos que sentem o desejo de se casar, meu conselho é que entreguem esse sonho ao Senhor. Orem em sinceridade de coração, renunciando e colocando no altar esse desejo, abrindo mão mesmo. Não estou dizendo que essa oração fará com que Deus envie uma pessoa para você (pode até ser!) mas essa entrega certamente lhe trará paz.

 

O segredo, então? Esperar nele, pelo tempo dele, crendo que ele jamais tarda e jamais falha.

O perdão liberta

Sérgio Alves

 

Uma das causas que tem distanciado e privado as pessoas de terem comunhão e receberem as bênçãos de Deus é o perdão ou, melhor dito, a falta de liberar perdão e pedir perdão. O perdão é uma lei espiritual, talvez a mais importante de todo esse código de leis que compõe a constituição universal: a Bíblia Sagrada. Na carta aos Hebreus 12.14-15 “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, atentando diligentemente, para que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus, nem haja alguma raiz de amargura que brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados”.

O ressentimento e a amargura se formam dentro de nós da seguinte forma (Ef. 4.26-27): a) sofremos uma agressão de outra pessoa: ofensa, rejeição, calúnia ou prejuízo financeiro; b) reagimos diante dessa agressão com dor, ira, revolta, etc. c) deixamos o tempo passar, não procurando administrar biblicamente a dor da rejeição (não acertamos o perdão).

Quando somos incapazes de perdoar, então a ira e o ódio ficam congelados em nossos corações. Dessas duas sementes (ódio e ira) brotarão: tristezas, ansiedade, medo, depressão, enfim, feridas emocionais que por sua vez nos imobilizam emocionalmente, e poderão nos transformar em pessoas inábeis em nos relacionar com os outros.

A solução de Deus para nos libertar dessas feridas, é pelo perdão que liberarmos a quem nos magoou. Geralmente os maiores conflitos acontecem no meio familiar, com pessoas próximas a quem amamos muito. Tenho visto a grande maioria das pessoas vivendo suas vidas com uma tremenda opressão, escravizadas emocionalmente por essas feridas do passado. Passam o hoje revivendo, rememorando cenas traumáticas lá do passado, ficando amarradas a esses acontecimentos dolorosos.

Em Mt. 6.15 Jesus diz: “Se porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai perdoará as vossas ofensas”. Deus colocou essa condição para liberar as suas bênçãos sobre nós. Então temos que procurar as pessoas e ajustar a questão do perdão, para que nossas almas sejam liberadas à ação do Espírito Santo, para fluir por meio dela e nos dar a Sua paz. Esse é o caminho para uma cura emocional e memorial. Liberte-se do ódio, da ira, da revolta, do ressentimento. Perdoe os seus ofensores e peça perdão a quem você magoou. Isso vai soltar você para uma vida saudável emocionalmente, isso vai quebrar as barreiras do relacionamento. Experimente! A verdade de Cristo é o único caminho para a nossa restauração (João 8:32, 14:6). Tenha coragem! Perdoe!

 

Medite sobre Deus

Meditarei nos teus preceitos e às tuas veredas (marcadas pela Tua Lei) terei respeito.
SALMOS 119.15

O salmista disse que pensava ou meditava nos preceitos de Deus. Em outras palavras,
ele passava muito tempo ponderando ou pensando nos caminhos de Deus, em Suas instruções e em Seu ensino. A pessoa que faz isso, de acordo com o Salmo 1.3, é “como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem
não murcha; e tudo quanto ele faz será bem-sucedido [prosperará, virá a amadurecer]”.
Quanto mais tempo você passa meditando na Palavra de Deus, mais colherá dela. Quanto mais você ler e ouvir a Palavra, mais poder e habilidade terá. Quanto mais você se empenhar em mergulhar na Palavra de Deus, mais revelação obterá dela. Passe tempo esta noite meditando nos caminhos de Deus. Escolha um versículo que ministre a você e vá dormir pensando nele.

Discipline seus pensamentos e palavras

Do fruto da boca o coração (um homem moral) se farta, do que produzem os lábios se satisfaz (seja bom ou ruim). A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto. PROVÉRBIOS 18.20-21

Problemas fazem parte da vida, mas Deus tem provido uma forma poderosa para você livrar-se da preocupação e da ansiedade que normalmente acompanham os problemas. Deus quer que coisas boas aconteçam em sua vida, mas você deve cooperar com Ele ao cuidadosamente escolher o que você pensa e fala. Ao falar palavras negativas você está atraindo experiências negativas, mas, quando você fala palavras positivas e cheias de fé, pode esperar receber a bondade de Deus. Sim, tempos de problemas são inevitáveis, mas é durante esses momentos que você tem a oportunidade de disciplinar seus pensamentos e palavras, obedecer a
Deus e exercitar e aumentar sua fé. Quando você escolhe a disciplina, escolhe a vida.

Confiança

“Não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus”. – 2 Coríntios 3:5

Não importa o quão qualificado e capaz nós podemos ser, sem confiança não vamos fazer muita coisa.
O que é confiança? Segundo o Dicionário Priberam on – line, confiança é “entregar com segurança alguma coisa a alguém; ter confiança em acreditar; ter esperança; entregar-se”. Também significa “ter um sentimento de confiança, principalmente o de autoconfiança e segurança”.
Jesus disse: “… sem mim nada podeis fazer”. (João 15:5). Isto não significa que não somos capazes de fazer nada; significa que o que fizermos não será de tanto valor.
Precisamos chegar a um estado que evidencie nossa falência quando estamos separados de Cristo. Não importa o que somos capazes de fazer e o que não somos. Sem Deus, somos um caso perdido; com ele nada é impossível para nós. (Mateus 19:26).
Existem duas razões principais que explicam porque não somos usados por Deus grandiosamente:
1 – Pensar que somos auto-suficientes.
2 – Não sabermos quem somos em Cristo.
Tentamos realizar as coisas na carne, sem perceber que sem Deus não temos poder algum. Mas se Deus é por nós, nossas deficiências naturais não importam. Somos “auto-suficientes na suficiência de Cristo”. (Filipenses 4:13).
Seja o que for que você precisar fazer, você pode fazer porque Cristo está em você.

Faça isto:
“Lembre-se que o Senhor vê o seu coração. Confie no amor que ele tem por você. Saiba que você é aceito e capaz através de Cristo”.

J.M.