Cristão ou Religioso?

Por Daniel Souza

Você já reparou que acostumar-se com algo não exige muito esforço? Repare no fato de alguém entrar em um recinto com um perfume muito doce e forte. Todos irão reparar. Alguns não gostarão, outros até se sentirão mal. Agora se você não pode sair deste local você naturalmente acaba se acostumando com este odor. Seja ele bom ou ruim.

Há um ditado interessante que diz: “o pecado é como o perfume, você acaba se acostumando com ele”. Isto é real. Todo o perfume que passamos, tempos depois já estamos de tal forma acostumados com ele que nem notamos a sua presença em nós. Nós nos acostumamos tão facilmente com algo que elas se tornam corriqueiras para nós. Todavia não podemos ter o Senhor com corriqueiro para nós.

O que fez Jesus com os vendilhões do templo? Não estavam os homens daquela época acostumados com eles? Não estavam adaptados àquela situação? Vejamos qual é a posição do Senhor…

II. Jr 2.13; Ap 2.4-5

O que é uma cisterna? É um local para armazenar água. A religiosidade é como uma cisterna rota: começamos bem, mas no decorrer do tempo deixamos ao Senhor e ficamos com o passado, com as experiências do passado. Nossa comunhão e nossa vida com Deus tem que ser diária, permanente, tal qual o maná no deserto que era sempre para um determinado dia.

Com freqüência ficamos com a história do passado ou, o que é pior, com a história dos outros. Temos que ter a nossa própria história com o Senhor. Temos que estar diariamente buscando da fonte e não cavando cisternas rotas.

Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o cristão, o discípulo. Precisamos aclarar isto cada vez mais. Devemos que entender que o morno, ao qual está a ponto de ser vomitado, também está dentro da igreja. Não é do mundo que ele será vomitado, mas é para o mundo que será expulso.

Cada dia que passa aumenta a polarização que o Senhor nos falou em Ml 3.12-18. A cada momento, a cada tempo está se distanciando o justo do ímpio, o que serve a Deus daquele que não serve a Deus.

Para facilitar isto, faremos um paralelo entre o religioso e o discípulo. Não temos o intuito de julgar ninguém, porém não podemos deixar nenhum homem em confusão. Todos devem saber como Deus o vê.

III.Religioso ou Discípulo?

Religioso

Tem a bíblia centralizada no homem. Enxerga tudo o que Deus tem para ele: graça e salvação.

Interpreta a palavra mecanicamente, age como se ela fosse um tabuleiro de xadrez 2Co 3.6.

Ouve verdades de Deus 2Tm 3.7.

Obedece algumas regrinhas que as considera sumamente importante Mt 23.23.

Aprende a saber muita coisa 1Co 8.1b

Tem o eu no comando.

Se esforça por imitar a Cristo, na carne

Canta muitos cânticos

Estuda sobre o Espírito Santo.

Faz orações. Fala, fala e não ouve.

Confia sua vida a uma instituição religiosa

Sua vida é uma eterna luta contra o mal. “Mente vazia oficina do diabo. Membros ociosos oficina do diabo”.

Vive com sede Jr 2.13.

Faz prosélitos Mt 23.15.

Não coloca sua vida na luz Jo 3.19-21.

Não reconhece as autoridades como vindas de Deus.

Seus olhos brilham para as coisas do mundo.

Discípulo

Tem a bíblia centralizada em Deus. O que importa é o propósito eterno de Deus.

Tem revelação de Deus. Compara coisa espiritual com coisa espiritual 1Co 2.12-14

Ouve a Deus Hb 3.7-8. Ninguém pode ouvir a Deus e não mudar.

Ama a vontade de Deus e obedece a Cristo em tudo Jo 14.23.

Aprende a guardar o que Cristo ensinou Mt 28.20.

Tem a Cristo no centro de sua vida – é alguém que se esqueceu de si mesmo.

Cristo vive nele Gl 2.20.

Louva ao Senhor.

Vive cheio do Espírito Santo Rm 8.5-9.

Fala com Deus, dialoga com seu Pai.

Confia sua vida a igreja que é o corpo de Cristo.

Não tem tempo para praticar o mal, seus membros estão ocupados com a justiça Rm 6.13.

Bebe muita água da vida.

Dá fruto (faz discípulos) Jo 15.1-6,8,16.

Anda na luz 1Jo 1.5-10.

Acata todas as autoridades delegadas Rm 13.1.

Seu atrativo é o Senhor, ama a simplicidade de Deus.

O coração do religioso não se sacia, não se satisfaz com as coisas simples de Deus. O religioso tende matar sua sede no mundo, nos atrativos do mundo ou do poder, que pode ser intelectual.

IV.Conclusão :

O que o Senhor quer de nós?

O que o Senhor espera de você?

O que você tem feito?

Que tipo de homem você é?

O nosso Deus e Pai não é um Deus de desordem, Ele deseja que todo aquele que se aproxima d’Ele realmente viva como Ele quer e deseja, sem mesclas ou confusão.

FONTE: WWW.AMEPROD.COM.BR

Deus abençoe
Daniel Souza
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Como orar

(Filipenses 4:6)- Não estejam ansiosos por coisa alguma; mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus.

(Mateus 6:7) – E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos.

1º – Pai nosso que estás nos céus!

Ele é seu PAI. Converse com Ele, fale com Ele, apresente para Ele suas dificuldades e seus problemas. Ele responderá.

 

2º – Santificado seja o teu nome

Adore a Deus. Sempre que orar, adore ao Senhor.

 

3º – Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade assim na terra como no céu.

Permita que Deus governe sua vida. Peça que Ele faça a Sua vontade. Que nada impeça a vontade do Senhor se cumprir em sua vida.

 

4º – Dá nos hoje o nosso pão de cada dia.

Peça a Deus para lhe sustentar, para cuidar de você e de sua família.

 

5º – Perdoa nossas dívidas assim como perdoamos nossos devedores.

Peça perdão pelos seus pecados. Apresente seus pecados ao Senhor. Confesse a Deus os erros que cometeu.

 

6º – E não nos deixe cair em tentação, mas livra-nos do mal.

Peça a Deus para fortalecer o seu espírito. Peça a Deus para livrar-lhe do mal.

 

7º – Porque teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém.

Jesus então termina a oração louvando e adorando a Deus novamente.

As desventuras da vida cristã

TIM STAFFORD* ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○

Minhas dúvidas sobre Deus aparecem, na maioria das vezes, em meio às multidões. Fico calado e observo as levas de gente passando por mim. Cada pessoa tem seu rumo e os próprios pensamentos. Cada uma delas, eu penso, não está nem aí com a minha crença de que há um Deus que se importa. Sinto-me sozinho e insignificante, estarrecido diante da democracia da incredulidade. Quem sou eu para dizer que o meu raciocínio faz mais sentido  que o deles? Eles parecem tão sólidos e seguros

em seus negócios; como eu poderia convencê- los de um Deus que os ama? Eles não estão sequer interessados. Pergunto-me se o louco não sou eu.

Você se sente desconfortável por saber que eu, que deveria ser um cristão resoluto e confiável, tenho dúvidas? Que tem havido noites quando literalmente grito com Deus, implorando por algum sinal de que ele seja real? Houve tempo em que eu me sentia ameaçado se um cristão me falasse dos seus questionamentos mais profundos. Se outros tão bons quanto eu estavam

pensando em abandonar o navio, não estaria eu apenas me enganando por continuar crendo? Eu, além disso, achava que as dúvidas eram o pior perigo para um cristão.

Não penso assim agora. As dúvidas são coisa séria. Às vezes conduzem à rejeição de Deus. Mas com maior freqüência, creio, se confrontadas honestamente, podem conduzir a uma fé ainda mais forte. Há coisas que me preocupam mais. Preocupa-me quando alguém está conscientemente desobedecendo a Deus e racionalizando sua desobediência. Nada destruirá a fé mais rápido. Preocupa-me quando alguém sustenta uma fachada de fé vibrante, enquanto as dúvidas e a solidão espreitam por trás.

Preocupa-me quando um cristão não consegue se relacionar com outros cristãos, mas exibe uma lista interminável de maneiras como foi enganado, maltratado ou sofreu abuso. Preocupa-me quando alguém está encontrando uma fé “nova e mais madura” que dispensa coisas como conhecer a Bíblia, a oração e a adoração com outros cristãos. Mas e as dúvidas? Elas têm seu lugar, na Bíblia pelo menos. Das perguntas inflamadas de Jó ao “mostre- me” confuso e obstinado de Tomé, as dúvidas são tratadas com franqueza. “Os que duvidam são corajosos o suficiente para fazer as perguntas; gente piedosa que sabe todas as respostas e faz rapidamente calar os questionadores parecem suscitar mais a ira de Deus.”

Ana, a mulher que esperou em Deus

Leia I Samuel 1:-8 e Reflita

Michelle Rocha

Ana enfrentava um sofrimento familiar profundo que acomete muitas mulheres. Ela não podia ter filhos. Na época de Ana, ser estéril era sinônimo de vergonha e desgraça. Além disso, Ana ainda tinha que agüentar as provocações de Penina, a outra mulher na casa. Imagine você, sendo dia após dia humilhada uma mulher que tinha filhos, mas que era ressentida porque seu marido, Elcana, favorecia Ana. Ana encontrava-se em um conflito entre o amor de seu marido, o ódio da rival e a própria infertilidade.

Ana servia a Deus, e sabia que era pra ele que era poderia correr. A Bíblia nos fala que ela estava amargurada, e que ela orou e chorou muito diante do Senhor. Ana fez uma promessa ao Senhor, de que entregaria seu filho a ele, para servi-lo, se Deus a respondesse. Quando Deus concedeu-lhe o filho, ela cumpriu o que prometera. É claro que você não pode influenciar Deus com promessas sobre o que vai fazer se ele atender a oração; Deus conhece o seu coração e sabe se você está fazendo apenas uma troca com ele, mas se prometer algo a Deus deve cumprir a promessa. Qualquer outra atitude é tentativa de manipular Deus.

Ana buscou em Deus a resposta para seu problema. Ela perseverou em oração e chorou muito clamando ao Senhor por um filho. Ela não desistiu, mesmo sendo vista como bêbada pela forma como ela orava.

A Bíblia nos fala que depois de ter encontrado o sacerdote, Ana não ficou mais triste. Ela comeu e foi adorar a Deus juntamente com seu marido, e naquela noite Deus atendeu ao pedido de Ana.

Ana é um exemplo para nós, e podemos aprender algumas lições com ela.

 

1 – Ana buscou em Deus a solução para seu problema: Embora o problema parecesse impossível de ser resolvido, levando em vista que na época de Ana não havia a tecnologia e os tratamentos que temos hoje, Ana servia a Deus e sabia que ele poderia mudar a sua situação. Não vemos Ana reclamando ou murmurando com outras pessoas a respeito da sua infertilidade e muito menos sobre a humilhação que era submetida por Penina. Ao invés disso, ela falou com o Senhor, o único que poderia ouvi-la e fazer algo a respeito.

 

2 – Ana perseverou em oração: A Bíblia nos fala que Ana perseverou no Senhor, clamando e derramando seu coração diante dele. Ana chorou muito em suas orações, pois estava machucada e amargurada. Mas ela sabia que Deus estava ali com ela e que ele estava recebendo suas lágrimas. Ela não desistiu. Perseverou até o fim.

 

3 – Ana adorou e alegrou no Senhor, pois confiava em sua palavra: A Bíblia nos diz que a perseverança trás esperança (Rm 5:4) e Deus viu que Ana estava perseverando em oração. Por isso mandou o sacerdote Eli falar com ela. Quando Eli chegou ao templo e viu Ana orando ele pensou que ela estivesse bêbada (I Sm 1:13-14), mas quando Ana lhe disse que estava orando ao Senhor Eli lhe deu uma palavra de esperança enviada pelo Senhor (I Sm 1:17). Ao ouvir isso Ana se levantou não mais amargurada, mas feliz, crendo que Deus iria cumprir sua palavra. Ela, juntamente com seu marido, foi adorar a Deus. Eu imagino que Ana agradeceu muito a Deus, e depois de tantas lágrimas conseguia sorrir diante do altar da adoração.

 

4 – Ana entregou ao Senhor aquilo que dele recebera: Ana havia feito uma promessa ao Senhor, de que lhe entregaria seu filho para servi-lo, se ele atendesse seu pedido. Ana não estava barganhando com Deus, ela estava disposta a devolver a Deus o presente que ele lhe desse. Ela não queria um filho para dar o troco em Penina por todas as humilhações que passou. Ela não queria um filho para ser melhor do que outras mulheres que também não podiam ter. Ela queria um filho para ser completa, para ter uma família completa, para cumprir uma ordenança do próprio Deus (Gn 9:1). Por isso Deus lhe concedeu um filho. Ele sabia que ela estava disposta a abrir mão dele por seu amor ao Senhor.

 

Muitas vezes Deus não nos dá o que pedimos porque nossas intenções não agradam o coração dele. Ele sabe que se nos der o que pedimos isso irá nos corromper e nos afastar dele. Deus tem prazer em dar presentes aos seus filhos, mas muitas vezes não os dá porque sabe que não ainda não estamos prontos.

Quando conseguimos entender o que é esperar em Deus e devolver a ele o que é dele, então ele tem prazer em nos dar o que pedimos.

 

Que sejamos como Ana, mulher que amava e servia ao Senhor e que entendia que ele tinha o melhor para ela no tempo certo.

 

Colocando Deus acima de tudo

Texto: 1 Reis 10:4-6;9

“Assim o rei Salomão excedeu a todos os reis da terra, tanto em riquezas como em sabedoria”. 1 Reis 10:23-24

Michelle Rocha

Tudo o que Salomão tinha foi Deus que deu a ele. Deus o abençoou muito, assim como o seu reinado, mas com o tempo Salomão foi se esquecendo disso. Enquanto ele adquiria mais bens, mais dinheiro e mais mulheres, ele ia afastando-se e esquecendo-se de Deus. Ele encheu sua vida de tesouros e foi aí onde acabou seu coração.

Com toda a sabedoria que ele tinha, as riquezas não deveriam ter subido à cabeça, mas subiram.  Jesus disse: “Porque onde estiver o seu tesouro, aí estará também o seu coração” (Mateus 6:21). Uma vez que o coração de Salomão se fixou na riqueza material, foi fácil para suas mulheres estrangeiras afastarem o coração dele do Deus que tão ricamente o abençoara.

Qualquer uma de nós pode ser tentada a colocar as coisas deste mundo acima do relacionamento com Deus. É por isso que devemos ter convicção do lugar que Deus ocupa em nossa vida.

Se não tivermos convicção de que Deus é o primeiro em nossas vidas será fácil que outras coisas tirem o nosso foco dele. Jesus disse: “Buscai em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, e as demais coisas vos serão acrescentadas.

Deus não está nos dizendo que não podemos ter dinheiro, ou carros, ou posses; podemos ter tudo isso, mas não podemos deixar que essas coisas desviem nosso coração de Deus.

É preciso reconhecer a Deus em primeiro lugar como Jesus, nosso Salvador, como nosso Pai Celestial, como aquele que satisfaz as necessidades e é Senhor de cada área de nossa vida. Significa que o reconhecemos como Senhor dos relacionamentos, do trabalho, das finanças, das atividades, do lar, do corpo e do casamento. Se você colocar a Deus em primeiro lugar em seu casamento, você continuará tendo problemas, mas conseguirá enfrentá-los e vencê-los porque Deus estará te direcionando a agir da maneira correta e te dará sabedoria para resolver qualquer situação.

Agora eu quero que você reflita um pouco. Baixe sua cabeça e feche seus olhos… nós fechamos os olhos para que nada tire nossa concentração, e para que assim possamos pensar e refletir sobre nosso coração. Existe algum ponto em sua vida que você não tenha colocado completamente nas mãos de Deus? Se há, repita comigo, em seu coração:

“Senhor, eu te convido a cuidar dessa área da minha vida.”

Se você não tem certeza, peça a Deus que lhe mostre. Ele irá fazer isso. E quando você perceber alguma área onde ainda não tenha colocado nas mãos de Deus plenamente, ore da seguinte forma:

“Senhor, reconheço a ti nessa área de minha vida e peço que reines nela. Quero colocar-te em primeiro lugar em tudo o que eu faço, para que eu possa te honrar e te servir. Obrigada por dirigir meus passos.”

As 3 dimensões da Palavra

Crescendo na Palavra de Deus
Tania M.

1 – O conhecimento

Para conhecer a Palavra de Deus (a Bíblia), é necessário em primeiro lugar lê-la: o velho e o Novo Testamento e depois é necessário guardá-la. É necessário estar apto para decorar um versículo, mas também sua referência. Exemplo: A Bíblia diz  no Novo Testamento no evangelho de João capítulo 3, verso 16 (João 3:16) que Deus amou tanto o mundo que deu seu único filho para que todo o que nele crê  não pereça, mas tenha a vida eterna.

2 – A compreensão

Depois de conhecer a Palavra é necessário, então, entendê-la porque podemos lê-la ou ouvi-la sem necessariamente entender. Se você está na estrada e ouve a sirene de uma ambulância, você a ouve, mas você não sabe se terá que dar preferência para ela passar. Da mesma maneira, você pode ler ou ouvir a palavra sem entendê-la. Para entender a Palavra de Deus, é necessário estudá-la e meditar nela. E quanto mais você desenvolve seu relacionamento pessoal com Deus em oração mais Seu Espírito (o Espírito Santo) revelará a você sua Palavra para permitir que você a entenda. De igual modo, Deus para a igreja os ministérios (apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres) para nos ajudar a entender a sua Palavra (Efésios 4:11).

3 – Colocando em prática

O final é colocar em prática a palavra de Deus. É somente nesta condição que ela terá real efeito em nossas vidas. O conhecimento e a compreensão nos farão bem pois a Bíblia diz que nós conheceremos a verdade e ela nos fará livres (João 8:32). Mas como diz a carta de Tiago (Tiago 1:22) “Sede praticantes da Palavra” “Porque se alguém ouve a Palavra mas não a pratica é como o homem que se olha no espelho, e depois de ver sua imagem, vai e esquece imediatamente como era”. Em outras palavras, se você ouve mas não pratica é como se você não tivesse feito nada!

 

Experimentando o Poder do Louvor

“Entrai pelas portas dele com louvor e em seus átrios, com hinos; louvai-o e bendizei o seu nome” (Salmos 100:4).

Stormie Omartian

Louvar a Deus não é apenas entoar-lhe hinos de louvor uma vez por semana. O louvor deve fazer parte de cada momento de sua vida. Deve ser o que você faz no carro a caminho do trabalho, da escola ou da loja. É o que deve abrigar no coração quando está no shopping, aeroporto ou consultório médico. O que faz quando a pia da cozinha entope, o pneu do carro fura, você adoece ou quando acabou de perder as chaves pela quadragésima vez. São as palavras que pronuncia com fervor quando se encontra no pronto-socorro, no enterro de ente querido ou em meio a uma tempestade. O louvor deve ser uma atitude contínua do coração, uma atitude que não se altera, apesar das mudanças em sua vida.
Não se trata de algum tipo de pensamento positivo. Nem de um mergulho na negatividade que afirma: “Isto não está acontecendo” ou “Vou fingir que não estou me sentindo realmente assim”. Significa, sim: “Não se deixe afundar até o nível do problema; erga-se ao nível da solução”.
Um dos segredos de experimentar o poder do louvor é decidir-se adorar a Deus sem levar em conta as circunstâncias. Ao atingir o ponto em que o louvor brota automaticamente, sem se importar com o que está acontecendo, você conhecerá a Deus com mais intimidade. Quando fizer isto, não conseguirá deixar de louvá-lo.
É fácil louvar a Deus quando grandes coisas ocorrem ou quando você vê suas orações respondidas. Mas, e quando tudo está dando errado? Qual é a sua primeira reação diante dos momentos maus ou difíceis? Se culpar os outros, a si mesma ou a Deus, só vai complicar o problema, trazer mais aflição, penúria e dificuldade. Recuse-se a reagir aos problemas segundo a visão da carne e vá imediatamente para a esfera do espírito, louvando a Deus. Você vai descobrir que tudo passa a ser diferente. Quando sua primeira reação aos acontecimentos for louvar reiteradamente a Deus por quem ele é, estará permitindo-lhe agir na situação, com seu poder de mudar as coisas. Esse é o poder oculto do louvor a Deus.
Deus deseja que você o exalte, e não a seus problemas. Não quer dizer tentar convencer-se de que os problemas não existem. Significa que está afirmando: “Embora eu tenha esses problemas, sei que tu, Senhor, és maior que eles. És meu pai celestial. És um Deus bom. Em ti encontro tudo o que preciso para minha vida e decido exaltar-te acima de tudo o mais”.
Quando você se convencer do poder do louvor em cada situação e compreender os resultados dos verdadeiro louvor a Deus, sua vida será transformada para sempre.

Não Temas

VERSÍCULO: Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo. — Isaías 41:13

PENSAMENTO: A vida fica difícil e a gente deseja ser criança de novo, e ter alguém para cuidar de nós e nos proteger. A promessa de Deus vem mais uma vez ao nosso mundo confuso e caótico. Deus estende sua mão, tomando a nossa e nos conforta, como um pai amoroso, com as palavras: ?Não temas, eu sou contigo. Eu lhe ajudarei.? Mesmo quando ele parece distante, o eco deste pensamento pode nos lembrar de que jamais estamos sozinhos ou somos esquecidos. (Heb 13:5-6). ORAÇÃO: Pai, cuja presença e ajuda estão sempre presentes, por favor, ajude-me a ter fé de que o Senhor está lá. Eu confesso que algumas vezes em minha vida eu me senti só, e para mim o Senhor pareceu distante. Por favor, pelo seu Espírito, ajude-me a lembrar da sua proximidade e do seu cuidado. Nos meus momentos de luta e dúvida, por favor, faça sua presença conhecida. No nome de Jesus. Amém. || Veja a imagem:

http://www.iluminalma.com/img/il_isaias41_13.html http://www.iluminalma.com/dph/4/0227.html

Rotina no casamento

O que fazer para resolver ou melhorar?
Eliseu Schmidt

Uma das definições para rotina, de acordo com o Dicionário Houaiss, é “hábito de fazer algo sempre do mesmo modo, mecanicamente; rotineira”. Por essa definição podemos perceber como é nociva para o casamento a rotina. Anos, décadas “fazendo algo sempre do mesmo modo”, e pior, “mecanicamente”.
Albert Friesen em seu livro “Cuidando do Casamento”, descreve algumas etapas previsíveis de evolução num casamento. Uma dessas etapas é descrita como “volta à realidade ou à rotina”.
“Como jaz solitária a cidade outrora populosa! Tornou-se como viúva a que foi grande entre as nações; princesa entre as províncias, ficou sujeita a trabalhos forçados!”, Lamentações de Jeremias 1:1. Embora este texto fale da cidade de Jerusalém, ele sintetiza o estado em que os casamentos entram depois que todo romantismo tiver sido substituído pelas exigências do dia-a-dia. Quem se sentia pertencendo, “jaz solitário”.
A sensação de ter sido abandonado nas expectativas torna os cônjuges como “viúvos”. E a economia doméstica, a vinda dos filhos, o trabalho e a rotina instala os “trabalhos forçados” pois se possível fosse, o jovem casal continuaria apenas a namorar. A etapa da volta à realidade ou a rotina apresenta-se quando um ou os dois cônjuges saem para trabalhar a fim de pagar as obrigações financeiras, quando existem tarefas diárias e repetitivas a serem executadas. Com freqüência, o primeiro filho está a caminho, sem aviso prévio. Não há tempo nem tranquilidade para sonhar. A dureza do dia-a-dia que o sistema econômico impõe às pessoas envolve também quem vive o esplendor do romantismo. O encanto passional se vai, dissipando-se como a névoa; a realidade começa a apresentar os seus verdadeiros contornos. A performance real do jeito de ser de cada um é percebida sempre mais nitidamente. Fica difícil idealizar tudo o que acontece. A outra pessoa é de uma maneira que, se ela continuar assim, não cumprirá todas as promessas explícitas ou implícitas feitas.
Todos temos expectativas em relação ao casamento. Imaginamos muitas vezes que a vida será uma eterna lua-de-mel. Quando a realidade descrita acima passa a valer, temos sempre a expectativa de que tudo volte a ser como antes. Como quando namorava-mos ou como quando nos casamos. Mas o dia-a-dia atrapalha ou as máscaras efetivamente caem com o tempo.
Mesmo assim, por um tempo vivemos a expectativa de que essas fantasias terão reciprocidade. E realmente, de vez em quando, acontecem momentos maravilhosos entre o casal. Mas novamente são substituídos pela realidade do trabalho, filhos, temor de verdadeira intimidade, falta de habilidades românticas, pouca criatividade, etc.
Passamos a fazer tentativas desesperadas de manipular o cônjuge para obter um retorno mesmo que temporário ao passado (distante ou não). Criamos surpresas que antigamente provocavam certas reações românticas. Falamos mal do cônjuge diante de outras pessoas, tentando fazer com que o outro melhore.
O que fazer para resolver ou melhorar?
Duas coisas podem ser feitas imediatamente, e irão gerar bons frutos.
A primeira é com relação às expectativas. Elas precisam ser explicitadas. Inicialmente para mim mesmo. Será que não estou herdando expectativas de meus pais em vez ter as minhas? Quais foram as expectativas com que você iniciou o seu casamento? Quais foram as expectativas realizadas e cumpridas (temos a tendência de achar que nada de bom aconteceu)? Juntos poderão ver o que fizeram com expectativas não realizadas e não cumpridas. Como vocês resolveram as mágoas resultantes de frustrações no casamento? Quais são as expectativas que você tem ainda hoje a respeito do casamento?
Mas nada disso vai acontecer se não tiverem uma comunicação franca e sincera. Evidentemente certos assuntos criam medo, ansiedade, dúvida ou raiva. Mas com algumas estratégias todos os sentimentos, desejos, expectativas poderão ser expressos adequadamente, sem gerar traumas ou danos irreparáveis.
Nancy Van Pelt descreve algumas diretrizes para expressar os sentimentos de modo adequado:
1. Falem sem raiva ou hostilidade. Baixem a voz em vez de levantá-la.
2. Sejam claros e específicos. Pensem ao falar, e digam claramente o que querem dizer.
3. Sejam positivos e apreciativos. Nada de buscar faltas, culpar ou julgar.
4. Sejam corteses e respeitosos mesmo quando não concordem entre si.
5. Percebam as necessidades e sentimentos um do outro.
Agora algumas diretrizes para se tornarem bons ouvintes:
1. Demonstrem interesse um pelo outro. Mantenham bom contato visual e respondam com um sorriso ou meneio da cabeça.
2. Usem frases apropriadas para mostrar acordo, interesse ou compreensão.
3. Formulem bem perguntas que demonstrem interesse e encorajamento para falar.
4. Quando pensarem que vocês acabaram de ouvir, ouçam 30 segundos mais.
Por Eliseu Schmidt
Via Casalcristão

Deixe Deus ter o controle

Assumir que você pode controlar todas as pessoas e situações que surgem em sua vida é uma expectativa irrealista, e isso o levará à frustração e à exaustão.
Joyce Meyer

Buscai as coisas (ricas, tesouros eternos) lá do alto, onde Cristo vive… Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; Fazei, pois, morrer (privai do poder) a vossa natureza terrena (o desejo maligno): COLOSSENSES 3.1;2,5

É um desejo natural querer estar no controle de sua vida, contudo, não é um alvo possível.
Assumir que você pode controlar todas as pessoas e situações que surgem em sua vida é uma expectativa irrealista, e isso o levará à frustração e à exaustão. Deus tem um plano abençoado para todas as pessoas, o que inclui uma vida bastante superior a tudo que o mundo possa oferecer, mas atingir isso envolve negar-se a si mesmo. Deus, incansavelmente, combate a
carne, nossa natureza humana, e seu alvo é libertar-nos do controle da carne. O processo de abrir mão e desistir do controle pode ser doloroso, mas o resultado final vale a pena. Assim, pare de querer assumir o controle e deixe Deus ser Deus em sua vida.