Guerra em família

O ca­sal da ci­da­de de Gre­no­ble, na Fran­ça, mal acre­di­ta no re­ca­do que aca­ba de re­ce­ber. Seu fi­lho Eric, de 21 anos, está mo­ven­do um pro­ces­so con­tra eles. “Meu ma­ri­do che­gou a rir. Acha­va que nenhum juiz iria le­var aqui­lo a sé­rio”, con­ta a es­po­sa. Es­tu­dan­te de ciên­cias so­ciais, o ra­paz saiu de casa em meio a uma dis­cus­são em que acu­sou a fa­mí­lia, en­tre ou­tras coi­sas, de “fal­ta de ma­tu­ri­da­de po­lí­ti­ca”. De­pois de fi­car três me­ses na casa da mãe da na­mo­ra­da, acio­nou a fa­mí­lia ju­di­cial­men­te, ale­gan­do aban­do­no de sus­ten­to. Ga­nhou o di­rei­to de re­ce­ber dos pais o equi­va­len­te a mil reais por mês. Eric, que hoje vive com a na­mo­ra­da, só fala com a fa­mí­lia por meio de ad­vo­ga­dos. O po­li­cial Lio­nel Del­beck tam­bém pas­sou por ex­pe­riên­cia igual­men­te amar­ga. Pro­ces­sa­do pela filha de 19 anos, diz que não se es­que­ce do dia em que es­te­ve fren­te a fren­te com ela no tri­bu­nal. “Não con­se­guia pa­rar de cho­rar”, con­ta. Con­de­na­do em pri­mei­ra ins­tân­cia, con­se­guiu re­ver­ter a senten­ça de­pois de pro­var que a moça ha­via aban­do­na­do os es­tu­dos e que o mo­ti­vo da ação era o plano de vi­ver com o na­mo­ra­do. “Até hoje não con­si­go fa­lar com ela”, diz o po­li­cial. Le­var os pais para o tri­bu­nal está vi­ran­do moda na Fran­ça. Em um só ano, qua­se dois mil jo­vens pro­ces­sa­ram os pró­prios pais com o ob­je­ti­vo de ob­ter uma es­pé­cie de me­sa­da com­pul­só­ria, o que por lá é le­gi­ti­ma­do pela lei. O Ar­ti­go 203 do Có­di­go Ci­vil es­ta­be­le­ce que as fa­mí­lias têm o de­ver de susten­tar os fi­lhos até que eles en­con­trem um em­pre­go es­tá­vel. “É a Jus­ti­ça pa­tro­ci­nan­do a desintegra­ção da fa­mí­lia”, re­cla­ma Hil­lary Roc­ca, ca­sa­da com o en­ge­nhei­ro Pa­trick Roc­ca, am­bos devi­da­men­te en­qua­dra­dos. Com am­pa­ro le­gal ou não, o que se per­ce­be em todo o mun­do é a cres­cen­te fal­ta de res­pei­to por par­te dos fi­lhos e a con­se­qüen­te fra­gi­li­za­ção das re­la­ções fa­mi­lia­res. Exis­te um ver­da­dei­ro abis­mo en­tre as re­la­ções fa­mi­lia­res dos tem­pos mo­der­nos e as da épo­ca bíbli­ca. Na­que­les tem­pos, a con­si­de­ra­ção pela opi­nião e ex­pe­riên­cia pa­ter­nas era tão gran­de que freqüen­te­men­te os fi­lhos per­mi­tiam aos pais es­co­lhe­rem seu côn­ju­ge. É o que ocor­reu com Isa­que. Seu pai, Abraão, já bas­tan­te ido­so, preo­cu­pa­do com o fu­tu­ro do fi­lho, en­viou seu “mais an­ti­go ser­vo”, que go­ver­na­va tudo o que o pa­triar­ca pos­suía, a bus­car uma es­po­sa para Isa­que. E a his­tó­ria teve um fi­nal fe­liz, sen­do Re­be­ca um bên­ção ao “fi­lho da pro­mes­sa”. O res­pei­to aos pais é algo tão im­por­tan­te que exis­te um man­da­men­to, en­tre os dez, que ordena:”Hon­ra teu pai e tua mãe”(Êxo. 20:12). Um dos pro­pó­si­tos des­se man­da­men­to é criar o respei­to por toda au­to­ri­da­de le­gí­ti­ma. É cla­ro que, para se­rem res­pei­ta­dos, os pais de­vem res­pei­tar e amar seus fi­lhos. Em Efé­sios 6:1-4, o após­to­lo Pau­lo fala so­bre os dois la­dos da ques­tão: os fi­lhos devem hon­rar os pais e os pais não de­vem ir­ri­tar os fi­lhos. Se­ria bom as fa­mí­lias mo­der­nas da­rem mais aten­ção às re­co­men­da­ções bí­bli­cas no que diz res­pei­to às re­la­ções fa­mi­lia­res. Tris­te como pos­sa ser a con­di­ção atual de mui­tas fa­mí­lias, essa si­tua­ção se cons­ti­tui num dos claros si­nais da bre­ve vol­ta de Je­sus. O após­to­lo Pau­lo afir­mou que, nos úl­ti­mos dias, as pes­soas seriam “de­so­be­dien­tes aos pais” (2a Tim. 3:2). Como Je­sus virá para res­ta­be­le­cer as con­di­ções de vida que ha­via an­tes do pe­ca­do, um de Seus ob­je­ti­vos será aca­bar com a “guer­ra em fa­mí­lia” e es­ta­be­le­cer a gran­de fa­mí­lia dos sal­vos. Eter­na­men­te em paz. Eter­na­men­te fe­liz.

Pr. Josué Gonçalves

Mulheres como diamantes

“Fiz como diamante a tua testa, mais forte do que a pederneira; não os temas, pois, nem te assombres com os seus rostos…”Ez 3:9

Na Palavra de Deus, o autor de Provérbios 31, citado recorrentemente em reuniões onde as mulheres são o alvo da ministração, nos diz que o valor da mulher virtuosa muito excede ao dos rubis.

Ele cita e relata os conselhos que a mãe do rei Lemuel lhe dá, trazendo alguns parâmetros do que é ser uma mulher virtuosa.
Comparado está o valor desta mulher aos das finas joias.
Todas nós mulheres buscamos insistentemente refletir esta mulher que o seu valor excede ao dos rubis.
Entre as gemas naturais, o rubi somente é ultrapassado pelo diamante, em termos de dureza. Até aqui já está de bom tamanho o valor que nos é dado por um homem, cuja paixão pelas mulheres é conhecida por todos. Não é segredo para ninguém as loucuras que ele se propunha para possuir os corações delas. O que acaba lhe dando crédito em relação ao assunto.
Mas no texto de Ezequiel 3:9 percebemos Deus declarando ao profeta que fez a fronte dele como o diamante, mais forte do que a pederneira. Isto nos faz refletir que se Salomão disse que o valor da mulher excede ao dos rubis, e que o rubi, no seu poder de dureza, é ultrapassado pelo diamante, podemos concluir que Deus nos fez fortes como o diamante. A força que possuímos e que muitas vezes desconhecemos vem do Senhor. Ela precisa ser descoberta e trabalhada por Ele.
Uma das traduções para a palavra que deu origem a palavra “diamante” é INVENCÍVEL.
Teríamos nós mulheres virtudes que nos deixariam invencíveis?
Um diamante natural pode ser confundido com um cascalho qualquer, porque se parece com ele. Exceto por algumas pedras, todo diamante têm falhas internas, e só estará devidamente aproveitado em seu brilho quando for totalmente lapidado.
Se os diamantes são os mais resistente de todos os minerais de que se tem conhecimento; as pedras mais procuradas e apreciadas de todos os tempos; como seriam as mulheres que poderiam estar listadas num catálogo Mulheres como Diamantes?
Para estarmos relacionadas como diamantes é necessário que passemos de alguma forma pelo processo de talhe e corte, assim como ele passa.
É o processo de lapidação e polimento que nos dará a valorização, para que sejamos vistas como diamantes. É após o processo de modelagem que nos tornamos diferenciais mesmo em meio à multidão.

Existe mulher que está como os cascalhos. Ofuscada nos seus dissabores, a ponto de ser confundida e tratada como mero objeto, e, muitas vezes é jogada em qualquer lugar, sem ter o seu valor reconhecido.

Muitas desejam, ansiosamente, serem encontradas por alguém que desofusque seus sonhos e a sua alma.
Mas elas só encontrarão gozo na alma e no espírito, se, se permitirem ser lapidadas por Deus que é o sublime artesão. Com a sua habilidade Ele lapidará e dará a elas nova vida.

Ser lapidada é ser tratada, talhada e gravada. É se tornar um diamante duro e reluzir o maior dos brilhos que alguém pode exibir. E este privilégio é para aquela que se humilha debaixo da onipotente mão de Deus, reconhecendo que saiu da profundeza da terra e necessita dos cuidados Dele.

Assim como no caso do diamante, só depois de lapidada é que o brilho e o valor dessa mulher são confirmados. Ela se torna como diamante e passa a ser vista com um olhar que alcança além do seu exterior
A mulher que tem a transparência do seu caráter refletida do seu interior, transmite externamente atitudes que lhe concede valores extraordinários.
Te sugiro a apressar-se em ver com lupas as oportunidades que despontam em sua vida. Faça escolhas com sabedoria e com coragem, porque o habilidoso artesão, o Senhor, já tem um designer bem definido que
 combinará perfeitamente com o seu projeto de vida riscado e personalizado para cada uma de nós.
Como mulheres somos fortes e resistentes, porém caráter irrepreensível como o de Isabel, mãe de João Batista, só é adquirido com persistência e fé. Precisamos nos submeter à graça e força do nosso criador.
Deus tem as suas maneiras de nos purificar e ressaltar os nossos valores. De revelar ao mundo o grande tesouro escondido dentro de cada uma de nós mulheres.
Embora o processo de lapidação seja bastante doloroso, não podemos nos esquecer de que, é nele que Deus retirará as “inclusões” que impedem que a sua luz se manifeste em nós. Ao sermos trabalhadas pelo Senhor, ganhamos um brilho, que bem material algum, ou circunstância nenhuma pode provocar.
Ele nos vê como diamantes, encontradas cheias de defeitos, sem brilho, porém fortes e guardando no nosso interior valores incalculáveis.
Um diamante bruto, quanto mais cortes precisos sofre, mais brilho libera, e há áreas da nossa vida que estão gritando dentro de nós, para que sejam cortadas e assim valorizadas.
Desta forma, é necessário aceitar a proposta e deixarmos Deus criar em nós facetas tais, que só Ele na sua grandeza é capaz.
Muitas mulheres da Bíblia tiveram o seu brilho gravado na história e foram contadas como peças chaves, para a solução de problemas considerados insolúveis.
Mulheres ricas, outras pobres, algumas escravas, mas também algumas livres. Mulheres com ou sem nomes, inicialmente tendo ou não reputação, mas que marcaram épocas com os seus talentos e virtudes. Mulheres que tiveram suas vidas transformadas ou simplesmente transformaram a vida de outros, porque se sujeitaram aos tratamentos de Deus.
Você nasceu para brilhar e não pode se negar esse direito.
Mulheres como diamantes são mulheres “especiais”, que pela sua firmeza de caráter e de valores, se sujeitam a lapidação e são aprovadas. Elas estão preparadas para mobilizar e fazer acontecer grandes transformações no meio em que vivem.
Por causa da ousadia que possuem, lideram com segurança quebrando paradigmas com pulso firme e determinação.
Elas apreciam o calor humano, não permitindo que as pessoas sejam tratadas como meros objetos de interesse pessoal.
Vencendo preconceitos, que são intransponíveis para muitos, essas mulheres motivam os seus filhos para um desenvolvimento material, emocional e sobretudo espiritual. Os tornam dignos nas suas atitudes.
Quando esta mulher usando da sua coragem se deixa ser lapidada, ela consegue provar para o mundo, que a sua feminilidade não lhe nega força e capacitação.
Sua resistência nasce durante o período de sofrimento, por isso além de sua solidez aprende a estabelecer novas estratégias que a faz triunfar.
Ela entende que o cair é do homem, mas o levantar vem de Deus, e toma posse da palavra que diz que “é o Senhor que dá força ao cansado e multiplica a força daquele que não possui nenhuma”.
Então ela caminha e segue para o alvo mais forte. Deixa para traz a poeira que tentou ofuscar o seu brilho e desanimá-la.
Abigail, a conhecidíssima mulher de Nabal, encantou não somente a seu marido com seu brilho. Com sua sabedoria pacificadora, teve atitude determinante para preservar a vida de um povo. Este fato a fez brilhar e encantar o rei Davi, que a viu como um diamante e a tomou em casamento.
Por isso podemos afirmar que o brilho de Deus, nos tornam peritas em transformar situações de derrota em vitórias reluzentes.
A amargura não cria raiz em nosso coração, porque a alegria do Senhor, que é a nossa força, supre toda a nossa alma. Focamos o perdão e o perseguimos com determinação, compreendendo o quanto somos especiais, quando nos deixamos convencer do nosso valor. Toda dor e desconforto a que somos submetidas, nos direcionam para o brilho da glória e da valorização.
Lembre-se que Deus te proveu de um coração que transforma a esperança em fé, e a sua determinação te levará às conquistas permanentes.
Você será considerada um diamante, se os homens ao contrário de olharem para partes isoladas do seu corpo, não resistirem ao fulgor que nasce do seu interior.
Reconheça a força que há em você e lute pelas causas de outras mulheres, pelas famílias e pela obra do Senhor.
Use as críticas como facetas que te darão oportunidade de brilhar ainda mais, ao se envolver com responsabilidade, não perdendo a ocasião de ser instrumento de Deus.
A escolha entre ser mais uma pedra misturada e confundida com um cascalho, ou, a de se permitir ser lapidada e deixar o seu brilho sobressair, só você pode tomar. Mas parafraseando Mike Murdock quero te dizer… a mulher como diamante está disposta a ir onde nunca esteve para criar algo que nunca teve.

Força e brilho estão em nós, porque o Senhor nos fez como diamantes, mais fortes do que as pederneiras !

 

Pra. Alvani Miranda

Cristo é a nossa esperança

Podemos ter esperança quando nos lembramos de tudo o que Deus fez por nós. A Bíblia diz em Romanos 5:1-2 “Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por quem obtivemos também nosso acesso pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e gloriemo-nos na esperança da glória de Deus.”
Quando estiver desanimado, ponha a sua esperança em Cristo. A Bíblia diz em Salmos 42:11 “Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele que é o meu socorro, e o meu Deus.”
A esperança motiva outras boas virtudes. A Bíblia diz em Colossenses 1:5 “A fé e o amor vêm por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho.”
A esperança cresce quando nos lembramos da promessa da ressurreiccção. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:13 “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais como os outros que não têm esperança..”
A esperança encontra-se com o coração. A Bíblia diz em Efésios 1:18 “Sendo iluminados os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos.”
Pr. Marcos

 

Como está a saúde do seu casamento?

Leia as perguntas e anote suas respostas numa folha de papel. Seja bem sincero(a) nas respostas.
1. Você pode apontar fraquezas pessoais e preocupações com o seu parceiro, sem medo de crítica, constrangimento, ou julgamento?
(a) Sim (b) Às vezes (c) Não
2. Vocês conversam um com o outro sobre as preocupações relacionadas a dinheiro que afetam os dois?
(a) Sim (b) Às vezes (c) Não
3. Quando você está chateado ou irritado com algo que seu parceiro(a) faz ou deixa de fazer, é fácil falar com ela/ele sobre isso?
(a) Sim (b) Às vezes (c) Não
4. Seu parceiro(a) se sente à vontade com a maneira que você interage com amigos do sexo oposto?
(a) Sim (b) Às vezes (c) Não
5. Ambos estão satisfeitos com a maneira como estão pagando as contas e mantendo o controle de suas finanças?
(a) Sim (b) Às vezes (c) Não
6. Vocês conversam sobre decisões importantes e como elas afetarão o seu relacionamento e família?
(a) Sim (b) Às vezes (c) Não
7. Você sabe quais são as necessidades básicas de seu parceiro?
(a) Sim (b) Às vezes (c) Não
Agora, dê as notas ao seu relacionamento:
10 pontos para cada “a”
5 pontos para cada “b”
0 pontos para cada “c”
A pontuação perfeita é de 70 pontos.
70: Excelente, mas continue trabalhando nele. Você nunca sabe o que vai acontecer amanhã, ou quais os tipos de estresse serão colocados em seu relacionamento. Continue aprendendo!
65-55: Bom, mas há algumas áreas que precisam melhorar. Se você não abordá-las rapidamente, os probleminhas só vão aumentar.
50-40: Ruim. Seu casamento precisa seriamente de ajuda. Provavelmente, você precisa de ajuda profissional em fazer mudanças saudáveis para eliminar hábitos negativos já enraizados. É possível que seus pais e parentes têm o mesmo tipo de casamento. Você precisa de ajuda já.
35 e abaixo: Seu relacionamento está na UTI, correndo sério risco de vida. Há grandes estragos em seu relacionamento e um ou ambos estão se comportando e tomando decisões com base apenas em si mesmos. Um séria re-avaliação tem que ser feita. Sem dúvida você e/ou seu parceiro tiveram um ou mais dos seguintes problemas que precisam ser tratados: feridas não cicatrizadas do passado, problemas de confiança, falta de perdão, raiva, insegurança, e egoísmo. Busque ajuda imediatamente!
Pr. Josué Gonçalves

RESPEITE AS EMOÇÕES DO SEU FILHO

“E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores” (Lc 7.13)

 

Como vai a saúde emocional do seu filho (filha)? Vamos começar refletindo sobre três razões por que os pais devem se preocupar em criar um filho(a) emocionalmente saudável:

1) Nossas emoções determinam a qualidade e o significado da nossa vida.

2) Nossas emoções influenciam cada parte da nossa vida.

3) Nossas emoções ajudam-nos a definir nossos valores.

Portanto, podemos afirmar que o sucesso ou o fracasso na vida depende do nosso estado emocional.

Os pais devem lembrar-se de que o sentimento está sempre vinculado ao valor que damos às coisas ou às pessoas. Aquilo que para os pais não significa muito, para o filho pode ter um valor especial. Por exemplo, uma paquera, um amigo, um animal de estimação, uma bicicleta, um tênis, uma camiseta, um brinquedo, um passeio que não deu certo, tudo isso pode ter muito valor para um filho.  Os pais que exercem sua missão com essa consciência nunca brincam com as lágrimas do filho. Já vi meninos e meninas chorando intensamente pela morte de um cachorro que foi atropelado; outros, por causa de um tênis que sumiu; e outros, por causa de uma pipa que escapou da linha e foi levada pelo vento. Como os pais devem reagir diante das lágrimas do filho que chora por algo que, na concepção do adulto, pode ser “banal”?  Nunca obriguem os seus filhos a reprimir suas emoções, “engolindo” o choro e menosprezando seus sentimentos.   Desqualificar as emoções de um filho pode provocar um trauma, fazendo com que ele se feche e nunca mais demonstre seus sentimentos.   Essa é uma das causas por que muitos adultos têm dificuldade de expressar suas emoções.  Você respeita os sentimentos do seu filho?

Quando a minha filha Letícia tinha quatorze anos, ela me disse: “Pai, eu gosto de um jovem membro da igreja e ele quer vir falar com o senhor”. Como pai, eu nunca havia passado por aquela experiência, até porque eu só tenho uma filha e dois filhos. Eu poderia ter reagido assim: “Você não tem o que fazer? Será que você não percebe que ainda é uma criança? Ainda está com gosto de leite materno na boca? Já que é assim, eu não quero vê-la conversando com esse rapaz em lugar nenhum, porque se eu pegá-los, vou arrebentar os dois.  E saia daqui. Você estragou o meu dia”. Pais que reagem assim quase sempre “perdem” a filha, provocando a ira e gerando no coração dela um tipo de raiz de amargura. Lembre-se, respeito gera respeito.

Apesar de achar muito estranho o que estava acontecendo, pois eu pensava que minha filha iria se preocupar com isso só depois de se formar na faculdade, e diante de tudo o que ouvi, pedi à Letícia que se sentasse, fechei a porta do escritório e passei para ela todas as lições de um seminário que eu ministro para os adolescentes nas igrejas. Depois de mostrar para ela que não era interessante envolver-se em um namoro sendo ela ainda tão nova, que aquele era um tempo para ser investido nos estudos e para construir bons relacionamentos, pensei: “Acho que consegui convencê-la a mudar de idéia”. Mas quando eu terminei, ela olhou para mim com os olhos lagrimejando e disse: “Pai, ele pode vir falar com o senhor hoje à tarde?” A verdade é que, quando uma adolescente está apaixonada, ela não consegue pensar em outra coisa a não ser no “amor-paixão”.

Procurei lidar com aquela situação da forma mais sensata e prudente possível para que ninguém saísse machucado.  Hoje minha filha tem vinte e dois anos, não se casou com aquele jovem, dedica-se  aos estudos e continua servindo a Jesus e tem a mim, seu pai, como seu grande amigo.  Respeitar as emoções do filho é fundamental para construir confiança a fim de que ele se abra para ouvir o que os pais precisam dizer. Nenhum filho ouve, de forma responsável, um pai que não sabe respeitar suas emoções. Como você tem reagido às emoções do seu filho?

Pr. Josué Gonçalves

O mistério do casamento cristão

Efésios: 5. 29. Pois nunca ninguém aborreceu a sua própria carne, antes a nutre e preza, como também Cristo à igreja;…

O casamento cristão é um mistério, tão sublime como a relação entre Cristo e a Igreja, cujo fundamento é a graça (favor imerecido) para aceitar o cônjuge com suas imperfeições e diferenças, e o amor (sacrificial) para se doar completamente em favor do cônjuge em toda e qualquer circunstância. Como cristãos, não podemos nos deixar influenciar pelos valores deturpados que tentam sustentar o casamento na atualidade, tais como o individualismo e a sexualidade descompromissada. Um casamento genuinamente cristão aceita o cônjuge com as suas diferenças, e está disposto a sacrificar-se pelo outro, assim como Cristo amou e se entregou pela Sua Igreja.

Pr. Marcos

Foi Ele que nos escolheu

“Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça.” João 15.16
Ref: Gn 1.24,25/ Rm 3.21-26

“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus.” Rm 3.24,25.

Existem épocas, tempos que Deus estabeleceu para que possamos fazer uma avaliação. O fim do ano é uma oportunidade para fazermos uma reflexão.

Será que melhoramos ou pioramos no ano que passou? Desde menino escuto a frase: “Todo homem tem que plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho.”

Há pessoas que não fazem nada por si nem pelo próximo. Deus só nos confiará algumas coisas se cuidarmos do que está em nossas mãos.

O que for colocado em nossas mãos deve ser feito com excelência e com confiança no Senhor Jesus.
O nosso negócio é Deus, não é crer no governo, nas instituições humanas, no emprego. Nossa confiança tem que estar no Senhor Jesus.

O que faz a diferença pra nós é a nossa fé n’Ele. O mundo tem fé na ferradura de cavalo, nas oferendas, nas mais variadas superstições, já a nossa fé está em Jesus Cristo.

“Sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus.” Rm 3.24.

Foi Deus que nos escolheu. Quando aceitamos a Cristo o nosso passado é lavado pelo sangue do Cordeiro.

Antes de Jesus, pela lei de Israel, quando uma pessoa pecava, pegava um animal (cordeiro), levava ao sacerdote para sacrificar e fazer propiciação do pecado, e assim, o sangue do animal era derramado no altar.

Jesus Cristo um dia veio e quando João o viu disse: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.”

O sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado. Ele foi imolado por nós e hoje o único sacrifício que temos que fazer hoje é o sacrifício de louvor, fruto dos lábios que confessam o nome do Senhor.

Jesus aceitou ser humilhado para que tivéssemos vida e vida abundante. No mundo existem pessoas fazendo as maiores atrocidades, crendo nas coisas mais absurdas, e Jesus Cristo nos escolheu. A única coisa que Ele deseja de nós é que creiamos n’Ele.

Há pessoas sofrendo, vivendo uma vida medíocre, e acreditando que Deus quer que elas fiquem desse jeito. Deus não tem prazer no sofrimento, nas injustiças. Temos que ser fiéis ao Senhor e confiar no Seu amor, na Sua misericórdia.

Creia em Jesus, olhe pra frente nesse ano de 2012, reconheça o Senhor nas mínimas e nas grandes coisas e se esforce para alegrar o coração d’Ele.

Pr. Jorge Linhares

Os sete “como” de Deus

“…Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher trate o marido com todo o respeito.” Ef 5.22 – 33

Não há uma pessoa em Belo Horizonte, que não tenha ficada chocada com a tragédia que aconteceu em Nova Lima semana passada, quando um empresário matou sua esposa a facadas e depois se matou.
Muitas vezes olhamos para um condomínio fechado, para uma pessoa que tem uma boa condição financeira e achamos que está tudo bem, porque julgamos pelas aparências. Mas pode ser que aquela pessoa esteja vivendo uma verdadeira guerra.
O texto de Efésios 5, fala sobre a família, sobre o referencial que devemos ser e a igreja não pode se omitir e olhar segundo as aparências. Antes deve pregar a todas as pessoas independentes de sua condição social, porque o diabo não tem emoções, ele não respeita diplomas na parede. Todos carecem da salvação eterna e temos um único adversário que é satanás.
I como: “As mulheres sejam submissas ao seu marido, como ao Senhor. vs 22
A palavra submissão é muito mal traduzida no português. A submissão da mulher na Bíblia é equivalente a ser ‘sub-comandante’ na família. A palavra sub, significa: a principal pessoa na ausência do principal. As mulheres devem ser submissas ao marido como já fazem com Deus, com Jesus.
É como num avião que tem o comandante e o sub-comandante. Muitas mulheres rejeitam a palavra submissão, porque os maridos interpretam essa palavra de forma errônea.
Ao tomar decisões, o comandante (no caso o marido), pedirá opiniões ao sub-comandante ( a esposa), porque na sua ausência, a mulher deve saber tudo que está acontecendo.
A palavra submissão na Bíblia não deve remeter as mulheres uma condição de escravidão, e sim a compreensão da posição da mulher no casamento, que é de auxiliar o marido.
II como: “Porque o marido é o cabeça da mulher, como também é Cristo o cabeça da igreja…”
Vs 23
A igreja é de Cristo! Para salvar a igreja, Cristo precisa ser O Cabeça! A decisão final é do cabeça, do homem!
III como: “Como, porém a igreja está sujeita a Cristo, assim as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido!”
Porque muitas mulheres não prestam conta do que fazem aos seus maridos? Pela influência de satanás nas famílias. A Bíblia diz que as mulheres devem ser submissas em tudo aos seus maridos. Isso significa, prestar contas, pedir opinião, etc. Fazes essas coisas não denigrem a mulher, antes a dignifica.
IV como: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.” Vs 25
Amar a esposa como Cristo amou a igreja é mais difícil que a esposa ser submissa ao seu marido. O marido deve entregar-se por sua esposa, defendê-la, e dar o melhor a ela.
O marido deve tomar iniciativa dentro do lar, conferir segurança, proteção a sua esposa. Existem fases que o marido pode ficar desempregado, ou seu salário diminuir, mas são circunstâncias passageiras que não podem se perpetuar. O marido não deve ser preguiçoso, sua obrigação é trazer provisão para o lar!
V como: “ e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável.” Ef 5.27
O marido deve apresentar sua esposa ao Senhor pura, deve zelar por sua vida espiritual. Existem esposas que chamam seus maridos para ir a igreja, que tomam a iniciativa do clamor, da oração pelo lar – quando essa postura deve partir do homem, do cabeça.

VI como: “Assim também os maridos devem amar a sua mulher, como ao próprio corpo!” vs 28
O mesmo homem que escuta uma mulher pedir socorro e mata sua esposa a facadas é capaz de matar a si mesmo também com facadas. O que aconteceu com esse empresário, aconteceu com Judas. Veja Mateus 27.1-6
Judas não tinha amigos, não havia ninguém que poderia ser como um ‘freio’ na vida, e nas decisões dele.
O que é isso que tem acontecido nas famílias? As pessoas estão se alimentando com toda a sorte de porcarias através da televisão, da pornografia, da internet. Muitos se isolam, e na hora da angustia, do desespero, não têm ninguém com quem contar!
A mulher deve respeitar seu marido e vice-versa. Se você está vivendo situações difíceis no seu casamento peça ajuda! Um homem que mata sua esposa a facadas, a vê pedindo socorro e faz uma atrocidade dessas – isso não é normal! Meu Deus! Senhor cuide de nós, cuide das nossas famílias!
A ganância do ser humano e todo o dinheiro que uma pessoa possa ter, jamais substituirão a paz! Jesus disse: “Deixo-vos a minha paz, a minha paz vos dou, não como o mundo a dá.”

VII como: Cada um ame a sua esposa, como a si mesmo, e a esposa respeite o marido (vs 33)
Chega um momento na vida do casal, que mais importante que as demonstrações de amor, é o respeito. Só com o respeito o casamento subsiste. O respeito nunca é demais e a base para um relacionamento feliz e próspero!

Pr. Jorge Linhares