Rotina no casamento

O que fazer para resolver ou melhorar?
Eliseu Schmidt

Uma das definições para rotina, de acordo com o Dicionário Houaiss, é “hábito de fazer algo sempre do mesmo modo, mecanicamente; rotineira”. Por essa definição podemos perceber como é nociva para o casamento a rotina. Anos, décadas “fazendo algo sempre do mesmo modo”, e pior, “mecanicamente”.
Albert Friesen em seu livro “Cuidando do Casamento”, descreve algumas etapas previsíveis de evolução num casamento. Uma dessas etapas é descrita como “volta à realidade ou à rotina”.
“Como jaz solitária a cidade outrora populosa! Tornou-se como viúva a que foi grande entre as nações; princesa entre as províncias, ficou sujeita a trabalhos forçados!”, Lamentações de Jeremias 1:1. Embora este texto fale da cidade de Jerusalém, ele sintetiza o estado em que os casamentos entram depois que todo romantismo tiver sido substituído pelas exigências do dia-a-dia. Quem se sentia pertencendo, “jaz solitário”.
A sensação de ter sido abandonado nas expectativas torna os cônjuges como “viúvos”. E a economia doméstica, a vinda dos filhos, o trabalho e a rotina instala os “trabalhos forçados” pois se possível fosse, o jovem casal continuaria apenas a namorar. A etapa da volta à realidade ou a rotina apresenta-se quando um ou os dois cônjuges saem para trabalhar a fim de pagar as obrigações financeiras, quando existem tarefas diárias e repetitivas a serem executadas. Com freqüência, o primeiro filho está a caminho, sem aviso prévio. Não há tempo nem tranquilidade para sonhar. A dureza do dia-a-dia que o sistema econômico impõe às pessoas envolve também quem vive o esplendor do romantismo. O encanto passional se vai, dissipando-se como a névoa; a realidade começa a apresentar os seus verdadeiros contornos. A performance real do jeito de ser de cada um é percebida sempre mais nitidamente. Fica difícil idealizar tudo o que acontece. A outra pessoa é de uma maneira que, se ela continuar assim, não cumprirá todas as promessas explícitas ou implícitas feitas.
Todos temos expectativas em relação ao casamento. Imaginamos muitas vezes que a vida será uma eterna lua-de-mel. Quando a realidade descrita acima passa a valer, temos sempre a expectativa de que tudo volte a ser como antes. Como quando namorava-mos ou como quando nos casamos. Mas o dia-a-dia atrapalha ou as máscaras efetivamente caem com o tempo.
Mesmo assim, por um tempo vivemos a expectativa de que essas fantasias terão reciprocidade. E realmente, de vez em quando, acontecem momentos maravilhosos entre o casal. Mas novamente são substituídos pela realidade do trabalho, filhos, temor de verdadeira intimidade, falta de habilidades românticas, pouca criatividade, etc.
Passamos a fazer tentativas desesperadas de manipular o cônjuge para obter um retorno mesmo que temporário ao passado (distante ou não). Criamos surpresas que antigamente provocavam certas reações românticas. Falamos mal do cônjuge diante de outras pessoas, tentando fazer com que o outro melhore.
O que fazer para resolver ou melhorar?
Duas coisas podem ser feitas imediatamente, e irão gerar bons frutos.
A primeira é com relação às expectativas. Elas precisam ser explicitadas. Inicialmente para mim mesmo. Será que não estou herdando expectativas de meus pais em vez ter as minhas? Quais foram as expectativas com que você iniciou o seu casamento? Quais foram as expectativas realizadas e cumpridas (temos a tendência de achar que nada de bom aconteceu)? Juntos poderão ver o que fizeram com expectativas não realizadas e não cumpridas. Como vocês resolveram as mágoas resultantes de frustrações no casamento? Quais são as expectativas que você tem ainda hoje a respeito do casamento?
Mas nada disso vai acontecer se não tiverem uma comunicação franca e sincera. Evidentemente certos assuntos criam medo, ansiedade, dúvida ou raiva. Mas com algumas estratégias todos os sentimentos, desejos, expectativas poderão ser expressos adequadamente, sem gerar traumas ou danos irreparáveis.
Nancy Van Pelt descreve algumas diretrizes para expressar os sentimentos de modo adequado:
1. Falem sem raiva ou hostilidade. Baixem a voz em vez de levantá-la.
2. Sejam claros e específicos. Pensem ao falar, e digam claramente o que querem dizer.
3. Sejam positivos e apreciativos. Nada de buscar faltas, culpar ou julgar.
4. Sejam corteses e respeitosos mesmo quando não concordem entre si.
5. Percebam as necessidades e sentimentos um do outro.
Agora algumas diretrizes para se tornarem bons ouvintes:
1. Demonstrem interesse um pelo outro. Mantenham bom contato visual e respondam com um sorriso ou meneio da cabeça.
2. Usem frases apropriadas para mostrar acordo, interesse ou compreensão.
3. Formulem bem perguntas que demonstrem interesse e encorajamento para falar.
4. Quando pensarem que vocês acabaram de ouvir, ouçam 30 segundos mais.
Por Eliseu Schmidt
Via Casalcristão

Deixe Deus ter o controle

Assumir que você pode controlar todas as pessoas e situações que surgem em sua vida é uma expectativa irrealista, e isso o levará à frustração e à exaustão.
Joyce Meyer

Buscai as coisas (ricas, tesouros eternos) lá do alto, onde Cristo vive… Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; Fazei, pois, morrer (privai do poder) a vossa natureza terrena (o desejo maligno): COLOSSENSES 3.1;2,5

É um desejo natural querer estar no controle de sua vida, contudo, não é um alvo possível.
Assumir que você pode controlar todas as pessoas e situações que surgem em sua vida é uma expectativa irrealista, e isso o levará à frustração e à exaustão. Deus tem um plano abençoado para todas as pessoas, o que inclui uma vida bastante superior a tudo que o mundo possa oferecer, mas atingir isso envolve negar-se a si mesmo. Deus, incansavelmente, combate a
carne, nossa natureza humana, e seu alvo é libertar-nos do controle da carne. O processo de abrir mão e desistir do controle pode ser doloroso, mas o resultado final vale a pena. Assim, pare de querer assumir o controle e deixe Deus ser Deus em sua vida.

A Disciplina livra a criança da morte

Disciplina sempre visa o bem estar do filho. Não visa punição, mas criação.
Transcrito

Pv.23:13 diz que a disciplina como a vara não matará a criança. Muito pelo contrário. Poupará a sua vida de uma morte prematura ( Pv.19:18 ) e possivelmente de uma eternidade no inferno: “Tu a fustigarás com a vara e livrará a sua alma do inferno” Pv. 23:14.
Disciplina sempre visa o bem estar do filho. Não visa punição, mas criação.
O fruto de disciplina dos filhos é um lar tranqüilo – “Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias a tua alma” Pv. 29:17.
Quem não quer ter filhos sob controle? Quem não quer ter paz no lar? A correção agora, mesmo que custe e cause dor, trará inúmeros benefícios aos pais e ao filho. Que alvo desejável! Que princípio encorajador! Vale a pena, papai! Vale a pena, mamãe! Corrijam agora, e recebam descanso depois.

Princípios de Disciplina:

1 – Disciplina segue instrução clara e objetiva.

2 – É uma expressão de amor.

3 – Tem de ser administrada com diligência e coerência.

4 – Não deve machucar ou ferir a criança, mas causar uma certa dor temporária.

5 – Disciplina visa restauração e correção, não punição.

6 – Deve incluir o uso da vara, embora outras formas de disciplina talvez sejam apropriadas em certos casos.

7 – Disciplina é necessária por causa da natureza pecaminosa da criança.

8 – Poupará a vida (alma) da criança da morte.

9 – Disciplina apropriada não prejudica a criança.

10- Dará uma vida de paz e sucesso aos pais e filhos.

Exige coragem ter filhos? Talvez, mas exige muito mais. Exige bom senso para seguir o padrão bíblico. Quem precisa de coragem são os pais que preferem fazer as coisas “do seu jeito”, ignorando o conselho claro da Palavra de Deus.

Dez boas razões para ler a Palavra de Deus

Se você tem dificuldade em estudar a Palavra de Deus todos os dias, eis algumas das muitas razões que devem lhe inspirar a ler.
Transcrito

1 – Saber para onde está indo

Você não pode prever o futuro ou a direção exata a seguir, mas a Palavra de Deus vai guiá-la. “Ordena os meus passos na tua palavra, e não se apodere de mim iniqüidade alguma” (Salmo 119: 133).

2 – Ter sabedoria

Conhecer a Palavra de Deus é o primeiro passo para o desenvolvimento da sabedoria. “A lei do Senhor é perfeita e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices” (Salmo 19:7).

3 – Obter sucesso

Quando você vive de acordo com os ensinamentos bíblicos, a vida se desenvolve adequadamente. “Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nela dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer tudo quanto nele está escrito; porque então, farás prosperar o teu caminho e, então, prudentemente te conduzirás” (Josué 1:8).

4 – Viver com pureza

Você deve viver em santidade e pureza, a fim de desfrutar mais da presença do Senhor. Entretanto, não poderá alcançar a pureza senão pela Palavra de Deus. “Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme tua palavra” (Salmo 119:9)

5 – Obedecer a Deus

Se você não sabe quais são as leis de Deus, como pode obedecer-lhes? “Ensina-me, Senhor, o caminho dos teus estatutos, e guardá-lo-ei até o fim. Dá-me entendimento, e guardarei a tua lei e observá-la-ei de todo o coração. Faze-me andar  na verdade dos teus mandamentos, porque nela tenho prazer” (Salmo 119:33-35).

6 – Ter alegria

Você não pode ficar livre da ansiedade e da inquietação sem ter a Palavra de Deus no coração. “Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro e alumia os olhos” (Salmo 19:8).

7 – Crescer na fé

Você não pode crescer na fé sem ler e ouvir a Palavra de Deus. “De sorte que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Romanos 10:17).

8 – Encontrar livramento

Você não saberá do que precisa ser liberta a não ser que estude a Palavra de Deus. “Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente, sereis meus discípulos e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:31-32).

9 – Ter paz

Deus lhe dará a paz que o mundo não pode dar, mas é preciso que a encontre primeiro em sua Palavra. “Muita paz tem os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço” (Salmo 119:165).

10 – Distinguir o bem do mal

Tudo se tornou tão relativo hoje; como você pode saber com certeza o que é certo ou errado sem a Palavra de Deus? “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Salmo 119:11).

Aprenda a amar

Como cristãos, nós somos chamados a compartilhar sobre Jesus com o mundo e isto significa mais do que somente dizer às pessoas sobre Ele – significa mostrar a elas quemIsto também significa comunicar a mensagem de que nós realmente nos preocupamos com eles. Como isso é feito? Mantendo relacionamentos significativos. Nós estamos envolvidos com pessoas em diversas áreas das nossas vidas – em casa, no trabalho, na igreja e na comunidade. Embora nosso estilo de vida ocupado faça com que seja difícil manter relacionamentos satisfatórios com alguém, nós podemos aprender como manter relacionamentos significativos com as pessoas importantes que Deus colocou nas nossas vidas.

Quando você e eu possuímos algo valioso, como uma casa ou carro legal, nós tomamos muito cuidado com essas coisas. No mesmo caminho, nós precisamos tomar muito cuidado com as pessoas especiais que Deus colocou nas nossas vidas. A verdade é que elas são mais valiosas do que qualquer outra coisa que nós poderíamos possuir.

Mostrando às pessoas que as amamos tem muito a ver com fazer com que elas sintam que nós verdadeiramente valorizamos quem elas são, que nos preocupamos com o que elas pensam e em como elas sentem sobre as coisas. E um dos melhores caminhos para comunicar isto é simplesmente ouvindo a elas. Pense sobre o quanto é importante para você ter alguém na sua vida que realmente escuta quando seu coração está quebrado e você precisa de encorajamento, ou regozijar com você quando você está experimentando algo maravilhoso e quer dividir sua alegria.

Eu acredito que as pessoas que Deus colocou em nossas vidas são os presentes mais preciosos que Ele nos deu. Portanto, nós precisamos evitar a tendência de sermos cuidadosos em nossos relacionamentos. É fácil cair dentro de um modelo de somente comunicar superficialmente com as pessoas e nunca realmente prestando detalhada atenção para o que elas pensam e sentem. Se nós não somos cuidadosos, podemos planejar fazer isto com as pessoas que estão próximas, como nossos cônjuges e crianças.

Quando você tira um tempo para “estudar” as pessoas na sua vida escutando a elas, você irá aprender o que elas gostam e não gostam, tão bem quanto o que elas pensam e como elas sentem.

Minha oração, para você que lê esta revista mensal em amor e relacionamento, é que Deus ajude você a aprender a escutar mais de perto às pessoas que Ele colocou na sua vida. Se assim fizer, Ele irá te ajudar a se tornar mais sensível para o que elas estão pensando e sentindo, descobrindo as coisas que as tornam especiais a Ele e a você. Se você começar a ver as pessoas na sua vida no caminho que Deus as vê, expressar seu amor irá se tornar o segundo passo.
Ele é e o quanto Ele as ama.
Joyce Meyer

 

 

O poder da esposa que ora

Seja uma esposa que ora
Transcrito

Seja uma esposa que ora

 

“Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede o de rubis. O coração do seu marido está nela confiado, e assim não necessitará de despojo. Ela só lhe faz bem e não mal todos os dias de sua vida.” (Provérbios 31:10-12).

 

As muitas situações enfrentadas no dia-a-dia podem levar um casamento feliz a chegar a um ponto que continuar casado pode parecer impossível. Impossível aos seus olhos, mas aos olhos de Deus, toda a situação pode ser mudada. E esta mudança depende muito mais de você. Você pode até pensar: “De mim? Mas o culpado pelo fracasso do nosso casamento é ele!”. Talvez você não seja mesmo a culpada, mas Deus quer usar você para resolver esta situação.

 

Sei que cada esposa, aqui, tem problemas diferentes e até mesmo muito difíceis. Talvez haja, aqui, alguma que esteja dizendo: “Se você conhecesse meu marido, nem de longe, oraria por ele, pois ele, realmente, não tem jeito!”

Sei que é difícil, mas sei também que Deus pode mudar tanto o meu coração como pode mudar o coração do meu marido, e então nós dois poderemos nos ver novamente com os olhos que tínhamos quando éramos noivos.

 

Muitos maridos têm características que, realmente, nos desanimam:
1 – uns ferem nossos sentimentos;
2 – outros são imprudentes, despreocupados, abusivos, irritantes, negligentes…;
3 – outros ainda usam palavras contra nós que nos ferem profundamente.
Não devemos permitir que o diabo destrua o nosso casamento e devemos nos posicionar em oração contra o diabo. 

Antes de começarmos a orar por nossos maridos devemos orar por nós mesmas. Oremos para sermos transformadas. Ele pode curar nossas feridas e fazer o amor renascer em nosso coração. Somente Deus pode fazer isso. Depois de orar por si própria então comece a orar por seu marido.Lembre-se: A sua e a minha responsabilidade é orar. A de Deus é responder. Deixemos isso nas Suas mãos.

 

Agora, façamos uma análise de nós mesmos. Eu, a esposa.

 

Como está meu coração com relação ao meu marido? Cheio de amor? Cheio de amargura? Revoltado? Intolerante? Cheio de ira?

 

Se estou tendo uma vida cheia de amargura e estou revoltada com meu marido, se acho que não mais o amo nem sou mais amada, então, posso decidir o seguinte:

a- Ouvir a voz do inimigo e, cada vez mais, me aprofundar num poço de tristeza e infelicidade;
b- Ouvir a voz de Deus, colocar toda a minha ira, amargura, incapacidade de perdoar em Suas mãos. Entregar tudo a Deus com total sinceridade e, depois, começar a orar.

Deus quer, primeiramente, trabalhar na minha e na sua vida. Ele quer que eu mude. Ele quer que meu coração seja moldado, quebrantado e reconstruído, antes de começar a trabalhar com meu marido. Tenho que aprender a ver tudo segundo a perspectiva de Deus e não segundo a minha.
Antes do Senhor mudar o meu marido eu é que devo ser primeiramente mudada, transformada.

Se eu quero orar por meu marido tenho que tirar da minha vida qualquer pecado que impeça que minhas orações sejam respondidas. “Deus quer que nossos corações permaneçam retos, para que as repostas às nossas orações não sejam prejudicadas.

Sei que é difícil não pecar quando o meu marido me fala com grosseria, desrespeito, indiferença, crueldade, abuso. Mas sei também que Deus considera pecado a minha falta de perdão, a ira, o ódio, a auto-piedade, o desamor, a vingança e tantas outras reações que emanam de nossos corações.
A oração, que chamo de oração relâmpago, é necessária nestes momentos. Força nós não temos, mas Deus tem poder para nos transformar em mulheres perdoadoras e nossos maridos em homens tementes a Deus e, verdadeiramente, transformados.

O trabalho transformador do Senhor tem início com quem está disposto a mudar. Mesmo sabendo que é meu marido que precisa de mais mudanças do que eu, devo dizer ao Senhor: “Pode transformar-me, Senhor!”

Agora, com a minha vida transformada, posso orar por meu marido, posso orar por ele sabendo que Deus irá ouvir-me.
Deixe seu marido ser o cabeça de seu lar para que você seja o coração. É assim que Deus quer, é esta a Sua ordem.

Oração:

 

Senhor, eu coloco todas as minhas expectativas diante da tua cruz.

Quero liberar meu marido do fardo de suprir minhas necessidades em áreas nas quais eu deveria esperar apenas no meu Deus.

Ajuda-me a aceitar meu marido do jeito que ele é, e não tentar mudá-lo. Eu compreendo que, em um ou outro aspecto, é possível que ele nunca mude. Ao mesmo tempo, eu o considero livre da obrigação de mudar em áreas que eu nunca achei que ele seria capaz de fazê-lo.

Deixo todo tipo de mudança que se faça necessária em tuas mãos, Senhor, aceitando incondicionalmente que eu nem meu marido somos perfeitos, e nunca seremos.

Apenas tu, Senhor , és perfeito, e espero em ti para ser aperfeiçoada junto com meu marido.

Permita que sejamos “inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer”

A alegria do Senhor é nossa força

Muitos confundem barulho, com júbilo e alegria e não conseguem assimilar a idéia de que
Asaph Borba

Comumente tenho visto e, principalmente, ouvido pessoas defenderem o barulho, pelo mesmo, ser um sinônimo de alegria. ‘Frases como: – Esta reunião está morta, levanta o som!”

Desejo fazer uma consideração, levando em conta, primeiramente a palavra de Deus e em segundo lugar, alguns aspectos físicos.

Júbilo advém da alegria que é um dos frutos do Espírito, Gál. 5:22. Portanto, é algo que nasce de dentro para fora e não o contrário. Esta alegria do espírito deve ser a fonte de toda expressão interna e externa na vida da igreja no que diz respeito a louvor, exaltação, música, risos, danças, júbilo em qualquer intensidade, alegria esta que faz com que o povo de Deus, tenha identidade única neste mundo, que o difere da sociedade introspectiva, egoísta e triste, na qual vivem. Ao declararmos que o Espírito Santo de Deus, habita em nós, estamos declarando, que devemos dar frutos de alegria do Espírito em nossa vida.

Que frutos são estes?

a) Certeza em Cristo Jesus de uma vida de alegria.

Assim como a vitória é uma certeza da qual nos apropriamos em nossa vida Cristã, a alegria, também o é – antes de ser uma expressão que toma forma, alegria foi algo conquistado por Jesus na cruz ­Ele se fez triste, para nos dar a verdadeira alegria, a alegria da salvação.

A razão pela qual os nossos irmãos cantavam, enquanto eram queimados com suas famílias nas fogueiras romanas dos primeiros tempos da igreja; era por causa da força desta alegria de ser salvo, redimido das trevas para a luz, pois Paulo mesmo diz: – “regozijai-vos sempre”- este sempre queria dizer, mesmo em meio as adversidades ou mesmo em meio ao sofrimento e morte, não percam a alegria da salvação.

b) Expressão em nossa vida desta alegria

Eu não consigo entender e muito menos viver uma alegria que é apenas interior, sem que a mesma seja expressa em meu rosto (Salmo 126:2)

Não estou falando de estar alegre, mas principalmente de expressar o ser alegre. Quem é alegre como Fruto do Espírito, gradativamente afasta do seu caminho todo o espírito de tristeza, ansiedade, incerteza, angústia, desespero que são tônicas na vida das pessoas que nos cercam.

Disse Jesus “… para que nossa alegria seja completa…” Um discípulo de Jesus deve ter esta certeza, de que o próprio Deus quer que nossa alegria neste mundo seja completa, portanto, Ele mesmo fará o possível para completá-la em nossas vidas, mais uma razão para nos alegrarmos sempre e vivermos expressando esta alegria, pois quanto mais somos alegres em nossos lares, escolas, trabalho e mesmo em situações adversas da nossa vida, podemos saber que estamos debaixo da mão de amor e cuidado de Deus.

c) Viver alegre é viver em fé

A alegria na qual vivemos é gerada e sustentada pela fé, “pois sei em quem tenho crido e sei que Ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, segundo o seu poder que opera em nós” – disse Paulo, pois ele conhecia a Deus e este conhecimento de Deus lhe trazia e deve trazer a cada um de nós, esta alegria que é profunda e perene, e que é sustentada pela graça da qual recebemos a vida de Deus. A fé em Deus, gera em nós fidelidade e ao expressarmos nossa alegria, estamos sendo também fiéis ao Senhor e à Sua palavra.

d) Alegria na adversidade

As circunstâncias nas quais, muitas vezes nos encontramos não nos propiciam a expressar alegria, mas isto não quer dizer que a perdemos. Muitos confundem o estar alegre com o ser alegre. Cristo nos leva a verdadeira alegria, constante, infinita, porém há situações que nos deixam tristes e a palavra nos ensina até a “… chorar com os que choram…” e não podemos esconder o fato. Creio que dificilmente nos reuniremos para chorar uns com os outros, levando em conta que a tristeza é uma exceção. Pode haver situações de tristeza e contrição para a igreja, mas isto não rouba a verdade de que o culto a Deus em toda sua plenitude deve ser um santo transbordar de reverência e alegria. O salmo 16: 11, nos fala que na presença de Deus há plenitude de alegria e delícias, Paulo fala em regozijai-vos sempre. Assim entendemos que uma das tônicas do nosso culto a Deus deve ser esta consciência do vivermos na presença de Deus, que nos dá júbilo e profunda alegria.

Como vivermos em alegria viva?

a) Entendemos que o Espírito Santo que está em nós é um espírito alegre. O Espírito Santo é o grande agente da alegria de Deus neste mundo, uma de nossas funções é promover a verdadeira alegria no coração dos santos e uma inquietação no coração dos não crentes para que tenham sede de viver esta alegria.

b) Identificar os focos por onde o inimigo infiltra a tristeza. Durante muito tempo em minha vida eu me alimentei de uma tristeza que vinha pela música, e quando Deus me salvou, pude identificar isto e encher minha vida de louvor. Para outros vem pelo seu temperamento de introspecção e de ficar na “sua”, ao identificar o foco, deve buscar estar junto dos irmãos em comunhão e romper com todo isolamento.

Algumas culturas são tristes e melancólicas e com elas devemos romper. O diabo tem em filmes, vídeos, música, leitura, noticiário, novelas, etc, e seus agentes para macularem e roubarem nossa alegria.

c) Tomar uma posição de alegria no Senhor. Várias vezes em minha vida eu tive que tomar posição de louvor e adoração na presença de Deus mesmo contra a situação pela qual ou estava passando o que me fez crescer em Deus e fortaleceu sobremaneira, minha fé. Hoje eu vejo que Deus permitiu até aquelas situações para que a verdadeira alegria brotasse em meu coração e Ele pudesse assim controlar todas as coisas.

d) Compartilhar a vida e o amor de Deus com outros. Quando aprendemos compartilhar o amor de Deus com os outros, isto nos dá uma tremenda alegria, pois estamos cumprindo um dos mais sublimes propósitos de Deus para nossa existência:

“ALEGRAI- VOS POIS NO SENHOR”

Deus abençoe
Asaph Borba
http://www.pontesdeamor.com.br/
lifecd@voyager.com.br

Construindo um lar

O lar bem sucedido é aquele que é construído de acordo com as especificações divinas.
Morgana Duarte

Amor: o adesivo divino

O apóstolo Paulo descreveu o manto de Cristo que deveria envolver as vidas de todos os santos (Colossenses 3:12-15). “Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.” O amor é a qualidade que traz consigo todos os outros atributos num único propósito.

No matrimônio, o amor é a cola que liga um homem e uma mulher como se fossem um só, e faz com que eles se adiram um ao outro quando outras forças estiverem atuando para separá-los. O amor que mantém intacto um matrimônio não é limitado ao sentimento meloso e exagerado que aflora através das veias de um rapaz adolescente e faz com que suas bochechas brilhem e seus joelhos tremam quando aquela moça especial lhe fazer uma pergunta na aula de álgebra. Nem o amor é o erotismo intenso que está sendo inculcado às massas como se fosse amor. O amor que mantém um matrimônio é um amor aprendido com Deus, que mergulha suas raízes profundamente no coração e muda tanto sentimentos como comportamento.

Quando o Espírito Santo nos ensinou sobre este tipo de amor, ele não passou muito tempo explicando como se sente este amor. Em vez disso, ele delineou meticulosamente para nós o comportamento do amor (1 Coríntios 13:4-8): “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba.” Esposos e esposas precisam chegar a entender que Deus não falou meramente como nos deveríamos sentir um para com o outro; o Senhor nos conduziu em nosso comportamento um para com o outro.

Paciência e tolerância: livrando-se do egoísmo

 

Crianças mal acostumadas tornam-se adultos egoístas, e pessoas egoístas são maus parceiros em qualquer tipo de relacionamento. Não há meio de se compartilhar uma casa, uma família, ou uma vida juntos sem disposição a dar. O Senhor fala diretamente deste ponto (Efésios 5:22 e segs.) quando ele instrui as esposas a que “sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor,” e imediatamente instrui os maridos: “amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela.”

Sua mulher tem algumas verrugas e algumas manchas? Você também tem. Você se cansa de agüentar as imperfeições dela? Ela se cansa das suas. Ele tem algumas maneiras que são imensamente incômodas? Você também. Você descobriu que ele não é perfeito? Ele descobriu a mesma coisa em você. Você quer que sua esposa passe por cima de ninharias e preste atenção no que realmente importa? Você tem que ser o modelo para esse comportamento. Dar — e dar mais e mais — é um elemento essencial para a construção de um lar.

Visão e amizade: compartilhar metas e andar juntos

O profeta perguntou há muito tempo, “Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?” (Amós 3:3). Construir um lar bem sucedido carece unidade de propósito. Uma pessoa, cujo primeiro compromisso é servir o Senhor, freqüentemente se achará em desacordo com outra pessoa cujo primeiro desejo é ganhar dinheiro, ou divertir-se, ou trabalhar. Abençoado, na verdade, é o homem ou mulher que pode olhar para seu lar e afirmar confiantemente, “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. O compartilhamento de um propósito comum na vida dá uma âncora que segurará o lar durante as tormentas.

Sonhos e visões precisam ser partilhados vezes e mais vezes. Amigos são aqueles que cuidam, que partilham, que ansiosamente dão em benefício uns dos outros. Uma das chaves da construção de um lar feliz é alimentar sua amizade com seu esposo. Façam os sacrifícios necessários, mas dediquem tempo um ao outro. Faça as pequenas coisas, ofereça gentilezas, e converse com a pessoa com quem você está passando a vida. Quanto mais intimamente se conhecerem um ao outro, mais plenamente se entenderão e mais forte se tornará o laço que fazem dos dois um só.

Os cristãos farão bem em dar bastante tempo e atenção a construir o tipo de lar que querem; a casa pode vir depois. O lar precisará um suprimento abundante dos materiais básicos, tais como amor, paciência, tolerância, visão e amizade. Edificar um lar bem sucedido, feliz, é uma das maiores oportunidades que hoje há para que os cristãos mostrem ao mundo a sabedoria de Deus. Um homem e uma mulher, servindo ao Senhor, comprometidos um com o outro, educando crianças com valores fortes, amando mais um ao outro no fim da vida do que nunca, bem, esse é o verdadeiro tipo de lar com que milhões de pessoas apenas sonham.

A mãe que agrada a Deus

Para Deus, como é ser Mãe que seja agradável?
Simone Ferreira Vinhola

O que significa “agradar”? Segundo Aurélio, agradar é: 1. Satisfazer o gosto de; 2. Causar prazer, satisfação; 3. Manifestar carinho, amor; 4. Causar satisfação. E para Deus, como é ser Mãe que seja agradável?

  1. A MÃE QUE AGRADA A DEUS É AQUELA QUE TEME AO SENHOR e Jesus é o seu Salvador. (Ela pode ensinar com propriedade os caminhos da vida eterna)
    A mãe que teme ao Senhor será louvada.
    Pv 31.30 “Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa sim será louvada”.
    A mãe que teme ao Senhor é feliz. (Faz o serviço com alegria, ela cuida do “ Tiago” com zelo)
  2. A MÃE QUE AGRADA A DEUS É AQUELA QUE ENTREGA AO SENHOR A VIDA DA SUA FAMÍLIA E ABENÇOA.
    Essa mãe não tem orgulho nem vergonha coloca diante do altar do Senhor as necessidades e as “impossibilidades” de sua família. (Quando tiver momentos difíceis não esqueça de pedir ajuda do Alto)
    A mãe que agrada ao Senhor sabe que é Deus e não ela que mantém a unidade na sua família.
    A mãe que agrada ao Senhor sabe que a salvação do seu lar vem do Senhor e não de suas próprias forças.
    Sl 127.1 “Se o Senhor não edificar a casa em vão trabalham os que a edificam…”.
    Ela sabe que o livramento da sua família vem do Senhor
    Sl 127.1 “…Se o Senhor não guardar a cidade em vão vigia a sentinela”.
  3. A MÃE QUE AGRADA A DEUS É AQUELA QUE É OBEDIENTE…
    FL. 2:13 “Porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade”. Obedecer (ou não) é escolha nossa, mas, Deus quer que a gente tenha essa submissão voluntária.(como vamos ensinar se não nos submetemos)
  4. A MÃE QUE AGRADA A DEUS É AQUELA QUE É SÁBIA
    Pv. 14:1 “Toda mulher sábia edifica a sua casa; a insensata, porém, derruba-a com as suas mãos”.
    Pv. 19:14 “Casa e riquezas são herdadas dos pais; mas a mulher prudente vem do Senhor”. (devemos pedir sabedoria, ser boas ouvintes…)
  5. A MÃE QUE AGRADA A DEUS É AQUELA QUE TEM UMA VIDA DE ORAÇÃO.
    A mãe ora pelos seus filhos.(ensina nos caminhos que deve andar)
    Pv 22.6 “Ensina a criança no caminho em que deve andar e, quando ficar velho, não se esquecerá dele”.
    Sl. 127:3 “Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do seu ventre o seu galardão”.
    Também ora pelo seu marido e intercede pelos seus familiares.
  6. A MÃE QUE AGRADA A DEUS É AQUELA QUE CRÊ NA RECOMPENSA DO SENHOR.
    Receberá o galardão porque serviu ao Senhor.
    Cl 3.24 “Sabendo que do Senhor recebereis a recompensa da herança, porque a Cristo, o Senhor, é que estais servindo”.
    Receberá o galardão porque agradou ao Senhor
    Sl 37.4 “Agrada-te do Senhor e ele concederá os desejos do teu coração”.
    Receberá o seu galardão porque foi fiel ao seu Deus.
    Ap 2.10 “Sê fiel até à morte e recebereis a coroa da vida”.
  7. A MÃE QUE AGRADA A DEUS É AQUELA QUE TEM DOMÍNIO PRÓPRIO.
    Pv. 25:28 “Como cidade derrubada sem muros, assim é aquele que não tem domínio próprio”.
    A mãe que agrada ao Senhor é mansa e trata com gentileza seus filhos e sua família.(vc consegue imaginar uma família briguenta!)

Exemplos de mães: Ana em 1 Samuel 1;2;3
Moisés, filho de Joquebede. Êxodo 2: 1 – 10
Maria foi escolhida para tão nobre missão porque era justa e reta aos olhos do Senhor. “Eis aqui a serva do Senhor. Cumpra-se em mim segundo a tua palavra”.(Lucas 1.38).

II Timóteo 1:5. “Trazendo à memória a fé não fingida que há em ti, a qual habitou primeiro em tua avó Loide, e em tua mãe Eunice”. Essas duas mães e avó desempenharam um papel muito importante em levar Timóteo a Jesus.